segunda-feira, 31 de outubro de 2016

INDULGÊNCIA PLENÁRIA APLICÁVEL AOS DEFUNTOS

No Dia dos Fiéis Defuntos, "aos que visitarem o cemitério e rezarem, mesmo só mentalmente, pelos defuntos, concede-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos. A mesma Indulgência é concedida diariamente, do dia 1 ao dia 8 de Novembro, nas condições habituais, isto é, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração pelas intenções do Sumo Pontífice; nos restantes dias do ano, Indulgência Parcial (Enchir.Indulgentiarum, n. 13).

"Ainda neste dia, em todas as igrejas, oratórios públicos ou semi-públicos, igualmente lucra-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos; a obra que se prescreve é a piedosa visita à igreja, durante a qual se deve rezar o Pai-nosso e o Credo, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração pelas intenções do Sumo Pontífice (que pode ser um Pai Nosso e Ave-Maria, ou qualquer outra oração conforme inspirar a piedade e devoção)".

Mas, afinal, o que é indulgência? Para esclarecer este assunto tão relevante para os fiéis da Igreja Católica, sobretudo na Festa de Todos os santos e no Dia dos Fiéis Defuntos, transcrevemos parte de uma entrevista com o professor Felipe Aquino.

- Que é Indulgência?

- Felipe Aquino: A indulgência é o cancelamento das penas devidas pelos pecados que nós cometemos e que já foram perdoados na confissão. Mas é preciso explicar uma coisa: quando se comete um pecado grave, há duas consequências: a culpa e a pena. A culpa é aquela ofensa que se faz a Deus e que a confissão perdoa. No entanto, ainda fica a chamada 'pena temporal', que é o estrago causado pelo pecado na nossa própria alma (...). Essa pena, nós a cumprimos aqui na terra com orações e penitências ou no purgatório, se a pessoa morrer sem a ter satisfeito totalmente. A indulgência retira essas penas das almas do purgatório; ela faz aquilo a que nós chamamos sufrágio da alma.

- Há diferentes tipos de Indulgências?

- Felipe Aquino: Há dois tipos de indulgências: a plenária e a parcial. A indulgência parcial é aquela que nós conseguimos para uma alma do purgatório, e em que ela fica aliviada de parte de suas penas. Na indulgência plenária, a alma fica aliviada de todas as suas penas, ou seja, dali, [permitindo-o Deus] ela vai para o céu.

- Podemos fazer as indulgências em qualquer época do ano?

- Felipe Aquino: Sim. Podemos ganhá-Ias todos os dias para a nossa própria alma ou para uma alma do purgatório. Basta fazer uma boa confissão, participar da Eucaristia, rezar pelo Papa pelo menos um Pai Nosso e uma Ave-Maria. Depois, fazer uma das quatro coisas que vou referir agora: fazer meia hora de adoração ao Santíssimo Sacramento, meia hora de leitura bíblica meditada, a via-sacra na Igreja, ou rezar um terço em família ou na comunidade diante de um oratório com a imagem de Nossa Senhora. Cumprindo essas 4 exigências, a pessoa pode ganhar uma indulgência plenária todos os dias, uma vez por dia e para cada alma.

HORÁRIOS DE MISSAS PARA O DIA DE FINADOS



A Paróquia Nossa Senhora da Consolação comunica que no dia 2 de novembro, quarta-feira, data em que a Igreja reza por todos os fiéis defuntos, acontecerá missas na Igreja/Matriz de Nossa Senhora da Consolação nos horários de costume às 6h30min e às 19h

domingo, 30 de outubro de 2016

2º ENCONTRO PARA CASAIS


SEMINÁRIO TEMÁTICO DA ESCOLA DE TEOLOGIA E PASTORAL "SANTO AGOSTINHO"


FORTE TREMOR ATINGE A ITÁLIA: A SOLIDARIEDADE DO PAPA

Núrsia (RV) - A terra voltou a tremer no centro da Itália. Às 7h41 deste domingo, foi registrado um terremoto de 6.5 na escala Richter, com 10 km de profundidade, entre as regiões das Marcas e a Úmbria – as mesmas do terremoto de 24 de agosto passado e dos temores desta semana.

“Expresso a minha proximidade às populações da Itália central atingidas pelo terremoto. Esta manhã também houve um forte tremor. Rezo pelos feridos e pelas famílias que sofreram grandes danos, assim como também pelas pessoas que trabalham nos resgates e na assistência. Que o Senhor Ressuscitado lhes dê força e Nossa Senhora os proteja”, disse o Papa Francisco entre os aplausos da multidão reunida na Praça S. Pedro para a oração mariana do Angelus. 

Tremor mais forte dos últimos 30 anos

A potência do sismo fez com que os moradores de norte ao sul do país sentissem o abalo, que chegou até a Áustria. Em Roma, as duas linhas do metrô foram fechadas. Fala-se de danos na Basílica de S. Paulo Fora dos Muros, uma das basílicas papais. Também a Basílica de S. Lourenço foi fechada ao público.

O epicentro foi entre as cidades de Castelsantangelo, Núrsia e Preci. A Basílica de S. Bento em Núrsia, com mais de seis séculos de história, ficou destruída, enquanto os frades rezaram com os fiéis diante da imagem do santo italiano e as freiras abandonavam o mosteiro.

Trata-se do sismo mais forte registrado no país desde 1980. A Defesa Civil Italiana ainda está avaliando os danos. Por enquanto, não foram registradas vítimas fatais. Dezenas de pessoas ficaram feridas.

Papa em Amatrice

Em 4 de outubro, o Papa Francisco visitou a cidade de Amatrice, devastada pelo terremoto de 24 de agosto passado. O tremor, de 6 graus na escala Richter, deixou centenas de mortos e ainda hoje, cerca de 4 mil pessoas vivem acampadas em tendas instaladas pela Defesa Civil.

"Pensei muito nos dias seguintes ao terremoto que uma minha visita seria mais um incômodo do que uma ajuda, e não queria incomodar. Por isso, deixei passar um pouco de tempo para que algumas coisas fossem arrumadas, como a escola. Mas desde o início senti que tinha que vir aqui! Simplesmente para dizer que estou com vocês, perto de vocês e nada mais. E que rezo, rezo por vocês. Proximidade e oração, esta é a minha oferta para vocês. Que o Senhor abençoe a todos, que Nossa Senhora os proteja neste momento de tristeza, de dor e provações", disse o Pontífice na ocasião.

Fonte: Site da Rádio Vaticano

sábado, 29 de outubro de 2016

AVISOS DA IGREJA/MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO


REFLEXÃO PARA O 31º DOMINGO DO TEMPO COMUM - O OLHAR DE JESUS TOCA O CORAÇÃO DE ZAQUEU

Cidade do Vaticano (RV) - «A liturgia deste domingo convida-nos a contemplar o quadro do amor de Deus. Apresenta-nos um Deus que ama todos os seus filhos sem excluir ninguém, nem sequer os pecadores, os maus, os marginais, os “impuros”; e mostra como só o amor é transformador e revivificador.

Na primeira leitura um “sábio” de Israel explica a “moderação” com que Deus tratou os opressores egípcios. Essa moderação explica-se por uma lógica de amor: esse Deus omnipotente, que criou tudo, ama com amor de Pai cada ser que saiu das suas mãos – mesmo os egípcios – porque todos são seus filhos.

A segunda leitura faz referência ao amor de Deus, pondo em relevo o seu papel na salvação do homem: d’Ele parte o chamamento inicial à salvação; Ele acompanha com amor a caminhada diária do homem; Ele dá-lhe, no final da caminhada, a vida plena… Além disso, avisa os fiéis para que não se deixem manipular por fantasias de fanáticos que aparecem, por vezes, a perturbar o caminho normal do cristão.

O Evangelho apresenta a história de um homem pecador, marginalizado e desprezado pelos seus concidadãos, chamado Zaqueu, que se encontrou com Jesus e seu amor… Convidado a sentar-se à mesa do “Reino”, esse homem egoísta e mau deixou-se transformar pelo amor de Deus e tornou-se um homem generoso, capaz de partilhar os seus bens e de se comover com a sorte dos pequenos.

O episódio de hoje acontece em Jericó, um oásis situado às margens do mar Morto, a 34 km de Jerusalém. Era a última etapa dos peregrinos que se dirigiam a Jerusalém para celebrar as grandes festividades judaicas.

No tempo de Jesus, Jericó era uma cidade próspera – sobretudo por causa da produção de bálsamo - dotada de grandes e belos jardins e palácios: Herodes, o Grande, fez de Jericó a sua residência invernal. Era situada em um lugar privilegiado e importante da rota comercial.

O personagem que se defronta com Jesus é, mais uma vez, um Publicano, neste caso, um “chefe dos publicanos”, Zaqueu. Era, portanto, um homem que o judaísmo da época considerava um pecador público, um explorador dos pobres, um colaboracionista a serviço dos opressores romanos; logo, um excluído da comunidade salvífica.

O centro da narração evangélica deste domingo é a questão da universalidade do amor de Deus. Deus ama todos os seus filhos sem exceção e tampouco exclui os “impuros”, os pecadores públicos. Aliás, é por eles que manifesta uma especial predileção. Seu amor não é condicional: Ele ama, apesar do pecado! É um amor desmedido, que provoca a conversão do pecador.

A história de Zaqueu é uma história de olhares… O olhar de Zaqueu visava descobrir a pessoa de Jesus; o olhar de Jesus é um olhar de amor: ergueu os olhos e viu Zaqueu… Enfim, o olhar da multidão, que recriminava Jesus por ir à casa de um pecador.

Três olhares bem diferentes uns dos outros! O olhar é uma linguagem que vai para além da palavra. Os nossos olhares falam muito mais alto que a nossa oratória. As palavras podem errar, mas os olhares não.

O olhar de Jesus para Zaqueu não foi um olhar de reprovação de um homem rejeitado pela sociedade. Jesus viu um homem que não tinha ainda compreendido o amor de Deus. Apesar dos pecados de Zaqueu, o publicano, Jesus o olhou com amor que o transformou... o salvou!»

(Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos para o XXXI Domingo do Tempo Comum)

Fonte: Site da Rádio Vaticano

terça-feira, 25 de outubro de 2016

FREI MIGUEL MIRÓ MIRÓ É REELEITO PRIOR GERAL DA ORDEM DOS AGOSTINIANOS RECOLETOS

Após estar 6 (seis) anos à frente da Ordem dos Agostinianos Recoletos, o religioso Frei Miguel Miró Miró, O.A.R., no dia 25 de outubro de 2016, foi reeleito pelos frades capitulares para estar conduzindo os trabalhos de evangelização e revitalização da Ordem nos próximos 6 (seis) anos.

Dados biográficos de Frei Miguel Miró Miró, O.A.R.

Frei Miguel Miró Miró nasceu em Vinebre (Tarragona, Espanha) no dia 2 de setembro de 1949. Professou seus votos religiosos na Ordem dos Agostinianos Recoletos no dia 10 de agosto de 1975 em Monteagudo (Navarra, Espanha). Foi ordenado sacerdote em 28 de agosto de 1978 em Lodosa (Navarra). 


Frei Miguel é membro da Província São Nicolau de Tolentino. Antes de entrar na Ordem formou-se arquiteto técnico em 1971 na Escola de Arquitetos Técnicos de Barcelona.

Realizou os estudos eclesiásticos em 1978 no Centro de Estudos Teológicos dos Agostinianos Recoletos em Marcilla (Navarra), e é licenciado em Teologia Espiritual desde 1997 pela Universidade Gregoriana de Roma.

Até o ano de 1995 sua vida religiosa transcorreu sempre trabalhando na formação na Espanha. Foi formador em Lodosa (1978-1982), Fuenterrabía (1982), Valladolid (1983-1984) e Lodosa (1984-1988), foi mestre de noviços (1988-1991) na casa noviciado de Monteagudo (Navarra) e mestre de professos (1991-1995) no teologado de Marcilla (Navarra).

Em 1995 mudou-se para Roma para estudar Teologia Espiritual. No ano de 1997 foi eleito Prior Provincial da Província São Nicolau de Tolentino, sendo reelegido no Capítulo Provincial de 2000. Foi nomeado Prior da comunidade de Marcilla em 2003 e no Capítulo Geral celebrado em Roma no ano 2004 foi eleito vigário geral, cargo que desempenhou até o Capítulo Geral de 2010 quando foi eleito Prior Geral. 

Desde a sua eleição como Prior Geral, frei Miguel reside oficialmente na Cúria Geral, em Roma, quando não está exercitando suas responsabilidades de visitar as comunidades da Ordem em todo o mundo.

FREI WESLEY SILVA ROSA, O.A.R. FALA SOBRE A PROVÍNCIA SANTA RITA DE CÁSSIA


PARABÉNS FREI SÉRGIO SAMBL!

O calendário da Ordem dos Agostinianos Recoletos neste dia, 25 de outubro de 2016, recorda o 2º aniversário de ordenação presbiteral de Frei Sérgio Sambl, O.A.R e a Paróquia Nossa Senhora da Consolação congratula-se com esse religioso e roga a Deus que o cumule de ricas bênçãos de saúde e sabedoria.

Frei Sérgio Sambl, O.A.R., atualmente, reside na cidade de Vitória (ES) e trabalha como Vigário Paroquial na Paróquia Santa Rita de Cássia (Praia do Canto).

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

COMUNICADO DO 55º CAPÍTULO GERAL DA ORDEM DOS AGOSTINIANOS RECOLETOS


APROVADA A REESTRUTURAÇÃO INTERNA DA ORDEM DOS AGOSTINIANOS RECOLETOS

Os capitulares do 55º Capítulo Geral da Ordem dos Agostinianos Recoletos aprovaram a reestruturação interna da ordem dos agostinianos Recoletos.

Na tarde de 24 de outubro, o capítulo, guiado por um sentir geral, aprovou a reestruturação interna da ordem. Para conseguir uma verdadeira vivência agostiniano recoleta, impulsionar a vida fraterna em comunidade, realizar a missão que a igreja nos confiada e estar onde sejamos mais necessários, o 55º Capítulo Geral decidiu organizar a ordem em quatro províncias:

1. Unir a Província Santo Agostinho à Província São Nicolau de Tolentino;

2. Unir a Província Nossa Senhora da Consolação à Província Nossa Senhora da Candelária.

3. Unir as Províncias São José e Santa Rita de Cássia à Província Santo Tomás de Vilanova.

4. Manter a Província Santo Ezequiel Moreno, alargando a sua presença num novo país da Ásia.

O Espírito Santo ajude nossa ordem neste momento de reestruturação. Damos graças a Deus. Anima uma et cor unum in deum.

Fonte: Facebook Vocación OAR

COMEÇA A FASE DE VOTAÇÃO NO 55º CAPÍTULO GERAL DA ORDEM DOS AGOSTINIANOS RECOLETOS

A jornada do sábado dia 22 de outubro foi uma das mais intensas do LV Capítulo Geral, com reuniões das comissões, sessões plenárias de manhã e de tarde, e o último encontro, à noite, para concretizar os detalhes e prosseguir com as votações, que se iniciam no dia 24 de outubro.

O dia 22 começou com a Liturgia das Horas e a Celebração Eucarística presidida por frei Lauro Lárlar, tendo especial...mente presente as “Mães Mônicas”.

Nas reuniões das comissões foram sendo polidas as propostas próprias e revisando as dos demais grupos. Posteriormente, já na sala em plenário, surgiu o debate sobre a primeira redação da Comissão de Reestruturação que abordou, entre outros temas, a reconfiguração dos secretariados e de outros órgãos de governo e administração da Ordem.

Em outra das sessões plenárias, se analisou a mensagem final e o lema do Capítulo, que servirão de referência ao Projeto de Vida e Missão da Ordem.

Finalizando a segunda semana completa do 55º Capítulo Geral, está previsto que, no transcorrer da semana que se segue, tudo seja concretizado.

Assim, os frades capitulares iniciam a fase de votação para aprovar as propostas de cada comissão. Outro momento importante será a da eleição do Governo Geral, com o Prior Geral à frente do Conselho da Ordem, para os próximos seis anos.

Fonte: Blog da Ordem dos Agostinianos Recoletos

sábado, 22 de outubro de 2016

AVISOS DA IGREJA/MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO


REFLEXÃO PARA O 30º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ORAÇÃO DO FARISEU E DO PUBLICANO NO TEMPLO

Cidade do Vaticano (RV) – «A parábola que o Senhor nos relata neste domingo fala de dois homens que vão rezar no Templo de Jerusalém. Os dois são filhos de Deus e os dois sentiram um apelo à oração, por isso podemos dizer que foram chamados a se encontrar com Ele.

Mas quem são esses homens? Um é fariseu, pessoa voltada ao cumprimento da Lei, a fazer um enorme esforço para sempre estar de acordo com o que Deus pedia. O outro, um publicano, alguém pertencente a um grupo de má fama, um homem de má fama.

O primeiro era uma pessoa honesta e íntegra. Fazia até mais do que era prescrito. Contudo, isso lhe provocava certo orgulho, certa vaidade e, ao mesmo tempo, um desprezo pelos pecadores.

O segundo, o publicano, era um esperto cobrador de impostos, oprimia os pobres e, para se redimir, deveria pagar uma soma exagerada, praticamente impossível.

No entanto, o Senhor diz que a oração do publicano foi ouvida e a do fariseu, não. Por que?

Com esta parábola, o Senhor não deseja dar lição de moral, de mostrar quem está certo ou errado, mas o Mestre quer nos instruir no relacionamento com Deus.

A grande falha do fariseu foi atribuir sua vida honesta e seus atos corretos a si mesmo, como mérito seu, e apresentá-los como dignos de justificação. Deus não deveria fazer nada mais do que elogiar os atos do fariseu e lhe dar o prêmio merecido com sua atitude de homem do bem. Era esse o pensamento do fariseu. Ele não pede a Deus uma justificação, uma redenção, mas um reconhecimento. Ele se esqueceu que foi Deus quem o conduziu pelo bom caminho e lhe proporcionou fazer o bem e viver com dignidade.

Quanto ao publicano, ele se apresenta de modo humilde, sabendo de suas imperfeições e confiando na misericórdia e na graça de Deus. Ele não se desculpa, mas sabe que Deus tem um coração enorme, que é Pai, que é Amor.

Jesus deseja que nós purifiquemos nossa visão de Deus. Ele não é um contador bancário e nem um entregador de prêmios.

Jesus não quer que sejamos soberbos e nem tenhamos posicionamentos egocêntricos, colocando o acento em Nós e não no Pai. Se somos bons, se cumprimos os mandamentos  e fazemos o que nos pede o Evangelho, é porque Deus nos deu sua graça.

Jesus é contra o grupo dos bons verso o grupo dos maus. Ele morreu por todos e não lhe agrada que nos sintamos especiais e desprezemos os outros. E por falar na morte de Jesus, ele escolheu morrer entre dois ladrões. Um ciente de ser pecador e culpado de seus crimes, se reconheceu em débito com Deus, mas absolutamente confiante na misericórdia divina. O outro, não só não estava arrependido, mas desafiou Jesus a largar a cruz e salvá-los.

Tenhamos sempre a atitude humilde de saber que, por mais que nos esforcemos, jamais seremos perfeitos e tudo o que fizermos de bom será realizado com a ajuda da graça de Deus». (Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos para o XXX Domingo do Tempo Comum)

Fonte: Site da Rádio Vaticano

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

PAPA AOS AGOSTINIANOS RECOLETOS: SEJAM CRIADORES DE COMUNHÃO NA MISERICÓRDIA

Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta quinta-feira (20/10), na Sala Clementina, no Vaticano, os sessenta participantes do 55º Capítulo Geral da Ordem dos Agostinianos Recoletos.  

O Pontífice deu as boas-vindas aos presentes e destacou o lema deste capítulo, uma frase que saiu do fundo do coração de Santo Agostinho: “Toda a nossa esperança está na grandeza da Tua misericórdia. Dai-me o que me ordenas e ordena-me o que quiserdes.”

“Esta invocação nos leva a ser homens de esperança, ou seja, com horizontes, capazes de colocar toda a nossa confiança na misericórdia de Deus, conscientes de que somos incapazes de enfrentar sozinhos com as nossas forças os desafios que o Senhor nos apresenta. Somos pequenos e indignos, porém em Deus está a nossa segurança e alegria. Ele nunca decepciona. É o único que nos leva por caminhos misteriosos com amor de Pai.”

O Papa Francisco destacou que este Capítulo Geral dos Agostinianos Recoletos “quis rever e colocar diante de Deus a vida da Ordem, com seus anseios e desafios para que o Senhor lhes dê luz e esperança. Para buscar a renovação e impulso é necessário voltar-se para Deus e pedir-lhe o novo mandamento que Jesus nos deu: ‘Amem-se uns aos outros. Assim como eu amei vocês’. Pedimos o seu amor para que sejamos capazes de amar”. 

“Olhamos ao passado e damos graças por tantos dons recebidos. Fazemos esta viagem histórica segurando na mão do Senhor, pois é Ele quem nos dá a chave para interpretá-la. Não se trata de fazer história, mas descobrir a presença do Senhor em cada acontecimento, em cada etapa da vida. O passado nos ajuda a voltar ao carisma e saboreá-lo com todo o seu frescor e integridade. Ele também nos dá a possibilidade de analisar as dificuldades que surgiram e como foram superadas a fim de enfrentar os desafios atuais, olhando para o futuro. Este caminho, junto com Jesus, se tornará uma oração de ação de graças e purificação interior.”

O Papa disse ainda que quando o Senhor está no centro de nossa vida tudo é possível e convidou os Agostinianos Recoletos a serem "criadores de comunhão". 

“Somos chamados a criar, com a nossa presença no mundo, uma sociedade capaz de reconhecer a dignidade de cada pessoa e compartilhar o dom que cada um é para o outro. Com o nosso testemunho de comunidade viva e aberta que o Senhor nos ordena, através do sopro do seu Espírito, podemos atender às necessidades de cada pessoa com o mesmo amor com que Deus nos amou. Este é o poder que levamos, não os nossos próprios ideais e projetos; mas a força de sua misericórdia, que transforma e dá vida.”

O Papa convidou os religiosos prosseguirem com espírito renovado o sonho de Santo Agostinho: viver como irmãos “com um só coração e uma só alma” que reflete o ideal dos primeiros cristãos e que eles sejam profecia viva de comunhão neste mundo, para que não haja divisão, conflito e exclusão, mas que reine a concórdia e se promova o diálogo”. 

Fonte: Site da Rádio Vaticano

CERCO DE JERICÓ NA IGREJA/MATRIZ NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO


20 DE OUTUBRO: SANTA MADALENA DE NAGASAKI, VIRGEM E MÁRTIR

Nasceu em 1611 perto de Nagasaki. Filha de cristãos martirizados, se consagra a Deus e é guiada espiritualmente pelos beatos Francisco de Jesus e Vicente de Santo Antônio, agostinianos recoletos, que a admitem como terciária. Depois do martírio dos beatos, em 1632, permanece escondida nos montes, ajudando os cristãos afligidos.

Em setembro de 1634 se entrega aos juízes proclamando-se cristã. Torturada de forma cruel, inamovível em sua fé, é colegiada do patíbulo onde permaneceu viva durante catorze dias. Seu martírio causou grande impressão em Nagasaki. Todos se encomendavam a sua intercessão.

Beatificada em 1981, foi canonizada por João Paulo II o 18 de outubro de 1987. Em 1989 foi declarada patrona da fraternidade secular agostiniano recoleta.

Fonte: Site oficial da Ordem dos Agostinianos Recoletos

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

PAPA FRANCISCO RECEBE OS FREIS QUE PARTICIPAM DO 55º CAPÍTULO GERAL DA ORDEM DOS AGOSTINIANOS RECOLETOS

Na reta final do 55º Capítulo Geral da Ordem dos Agostinianos Recoletos que acontece na cidade de Roma (Itália), desde o início do mês de outubro/2016, o Papa Francisco receberá os religiosos capitulares. O encontro acontecerá na sala Clementina na manhã da quinta-feira. 20 de outubro de 2016.

Como recordação desse encontro do Papa com os religiosos capitulares, será entregue ao Papa uma quadro feito pelo Frei Jaazeal Jakosalem, religiosos filipino, com o título "Abraço de Misericórdia". Além do quadro tão representativo, será entregue ao Santo Padre uma edição especial dos volumes da História da Ordem dos Agostinianos Recoletos, elaborados pelo Frei Ángel Martínez Cuesta.

O quadro que será entregue ao Papa Francisco representa o Santo Padre abraçando ao menino Jesus inspirado em Alayn Kurdl, a criança síria de três anos que faleceu afogado.

E o gesto de entregar a História da Ordem ao Papa Francisco é um compromisso de renovação de todos os religiosos da Ordem com a missão que a Igreja confiou aos Agostinianos Recoletos, e mostrar a disponibilidade para ir aonde a Igreja nos pede.

Fonte: Site Oficial da Ordem dos Agostinianos Recoletos
Tradução do espanhol para o português: Gustavo Carvalho Lins


MORRE CLÁUDIO PASTRO, MAIOR NOME DA ARTE SACRA BRASILEIRA

Faleceu na madrugada desta quarta-feira, 19 de outubro, no Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo (SP), o artista sacro Cláudio Pastro. O corpo será velado no Mosteiro Nossa Senhora da Paz, em Itapecerica da Serra. Seu sepultamento acontecerá às 16h, no cemitério do Mosteiro, precedido da Eucaristia em ação de graças por sua vida e ressurreição.
“Rezemos ao bom Deus que acolha em sua casa este servo bom e fiel!”, declarou o arcebispo de Diamantina (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, Dom Darci José Nicioli, ao divulgar a notícia nas redes sociais. “Este irmão, com quem pude ter boa amizade, e que serviu a Igreja no Brasil e em outras partes do mundo, com seu dom extraordinário na área litúrgica. Na ressurreição, vai cantar as maravilhas de Deus eternamente”, declarou dom Gil Antonio Moreira, responsável pelos bens culturais no Regional Leste 2 da CNBB.
O artista sacro de Aparecida
Claudio Pastro era considerado por especialistas de arte sacra como o brasileiro mais expressivo da atualidade nesta área. Paulistano, nascido em 16 de outubro de 1948 em uma família católica, é especializado em arte sacra e tem suas obras baseadas no Concílio Ecumênico Vaticano II.
Grande devoto da espiritualidade beneditina recebeu o título de oblato. Já reformou centenas de igrejas no Brasil e no exterior.
Formado em Ciências Sociais pela PUC, em 1972, se dedicava à arte sacra desde 1975, tendo cursado teoria e técnicas de arte na Abbaye Notre Dame de Tournay (França), no Museu de Arte Sacra da Catalunha (Espanha), na Academia de Belas Artes Lorenzo de Viterbo (Itália), na Abadia Beneditina de Tepeyac (México) e no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Entre diversos trabalhos realizados em diversos lugares do mundo, se destaca o acabamento do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, onde atuam os Redentoristas de São Paulo, além de trabalhos realizados em nossos conventos daquela Província.
Pintando desde os cinco anos de idade, Pastro usava os papéis de pão que a mãe Aloísia, chamada por todos de Luizita, guardava para ele desenhar e rabiscar.
No campo artístico recebeu influência do pai, que o presenteou com um Long Play, um vinil, com o Lago do Cisne, de Tchaicowky, e das Irmãzinhas da Assunção, cujo mosteiro localizava-se na Alameda Lorena, bem em frente à casa em que a família morava.
Suas primeiras obras foram na capela do Mosteiro Nossa Senhora da Paz em São Paulo. Vieram então as criações para o Colégio Santo Américo e para outras igrejas. Aos poucos foi se tornando conhecido.
O Santuário Nacional de Aparecida
Responsável pela preparação do maior Santuário mariano do mundo, Claudio Pastro está à frente da concepção artística, criação de painéis, vitrais e tantas obras da Basílica de Aparecida desde 1999. É considerado por arquitetos e especialistas um dos mais importantes artistas sacros do mundo.
Ao caminhar pelos corredores do Santuário Nacional, nota-se a grandiosidade da Basílica dedicada a Padroeira do Brasil e observa-se o colorido e os traços marcados pelas obras de Pastro.
Também é autor do monumento em homenagem aos 300 anos do encontro de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba, inaugurado recentemente nos jardins do Vaticano, em Roma, no Santuário Nacional, em Aparecida (SP) e futuramente em Brasília (DF) na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Foto: Thiago Leon
“Esta igreja é única! Temos uma Basílica, onde a manifestação de Deus, a verdade e a gratuidade resultam em beleza, luz, esplendor. Eu fico muito feliz pelo privilégio de ter sido escolhido e por ouvir que as pessoas mais simples e as mais sofisticadas tem o mesmo sentimento: ao entrar na Basílica não querem sair. Isso basta. Nem todo mundo entende, pois a fé é um crescimento interno e essas obras são um convite para isso”, afirmou.
Fonte: Portal www.a12.com

terça-feira, 18 de outubro de 2016

PARABÉNS FREI WAGNO!

O calendário da Província Santa Rita de Cássia da Ordem dos Agostinianos Recoletos neste dia, 18 de outubro de 2016, recorda o 8º aniversário de ordenação presbiteral de Frei Wgano Broedel Palma, O.A.R. e a Paróquia Nossa Senhora da Consolação congratula-se com esse religioso e roga a Deus que o cumule de ricas bênçãos de saúde e sabedoria.

Frei Wagno Broedel Palma, O.A.R., atualmente, reside na cidade Igarapava (SP) e trabalha como Prior e Pároco da Paróquia Santa Rita de Cássia.

domingo, 16 de outubro de 2016

PAPA: REZAR É LUTAR; NÃO É REFUGIAR-SE NUM MUNDO IDEAL

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco presidiu na manhã desta domingo (16/10), na Praça S. Pedro, à Santa Missa com o rito de canonização de sete novos santos.

No início da celebração eucarística, com a participação de milhares de fiéis, foram canonizados: Salomão Leclercq (1745-1792), José Sanchez do Río (1913-1928), Manuel González Garcia (1877-1940), Ludovico Pavoni (1784-1849), Afonso Maria Fusco (1839-1910), Isabel da Santíssima Trindade (1880-1906) e José Gabriel do Rosário Brochero (1840-1914). Estavam presentes na Praça delegações oficiais dos cinco países de proveniência dos santos: Itália, Argentina, México, França e Espanha.

Apoiar-se uns nos outros

Em sua homilia, o Pontífice destacou a importância da oração, que aparece no centro das leituras bíblicas deste domingo.

No episódio da batalha contra Amalec, Moisés está de pé no topo da colina com os braços erguidos; mas de vez em quando, com o peso, seus braços caem e, nesses momentos, o povo perde; então Aarão e Hur fizeram Moisés sentar-se numa pedra e sustentavam os seus braços erguidos até à vitória final.

“Este é o estilo de vida espiritual que a Igreja nos pede: não para vencer a guerra, mas para vencer a paz!”, ressaltou o Papa.

No episódio de Moisés, há uma lição importante: o compromisso da oração exige que nos apoiemos uns aos outros. O cansaço é inevitável,, mas com o apoio dos irmãos a nossa oração pode continuar, até que o Senhor conclua a sua obra.

Orar sempre, sem desfalecer

Na segunda leitura, São Paulo recomenda a Timóteo que permaneça firme naquilo que aprendeu e acredite firmemente. Contudo, também Timóteo não pode perseverar sozinho, sem a oração. “Não uma oração esporádica, intermitente, mas feita como Jesus ensina no Evangelho de hoje: ‘orar sempre, sem desfalecer’. Esta é a maneira cristã de agir: ser firme na oração para se manter firme na fé e no testemunho”, explicou Francisco.

Quando o desânimo aparecer, acrescentou o Papa, devemos nos recordar que não estamos sós, fazemos parte de um Corpo. Somos membros do Corpo de Cristo, a Igreja. E só na Igreja e graças à oração da Igreja é que podemos permanecer firmes na fé e no testemunho.

Rezar é lutar

Rezar, prosseguiu, não é refugiar-se num mundo ideal, não é evadir-se numa falsa tranquilidade egoísta. Pelo contrário, rezar é lutar e deixar que o próprio Espírito Santo reze em nós. É o Espírito Santo que nos ensina a rezar, guia na oração e faz rezar como filhos.

As sete testemunhas que hoje foram canonizadas também travaram o bom combate da fé e do amor através da oração. “Que Deus nos conceda também a nós, pelo exemplo e intercessão delas, ser homens e mulheres de oração; gritar a Deus dia e noite, sem nos cansarmos; deixar que o Espírito Santo reze em nós, e orar apoiando-nos mutuamente para permanecermos com os braços erguidos, até que vença a Misericórdia Divina”, foi a oração final do Papa.

Fonte: Site da Rádio Vaticano

sábado, 15 de outubro de 2016

REFLEXÃO PARA O 29º DOMINGO DO TEMPO COMUM - A VIÚVA E O JUIZ INÍQUO "ORAR SEM CESSAR"

Cidade do Vaticano (RV) - «A primeira leitura extraída do livro do Êxodo, nos fala da necessidade da oração insistente.

O povo luta contra seus inimigos e, apesar de sua bravura e do grande conhecimento de batalhas de seu comandante Josué, o líder religioso Moisés rezava. Contudo, quando o líder, cansado, parava de orar, o povo ficava em situação desfavorável e pedras foram colocadas sob os braços de Moisés para que suas mãos permanecessem estendidas em direção a Deus e, assim, o povo obtivesse a vitória.

A grande lição dessa cena é mostrar para todos nós que a sabedoria humana é muito importante, mas acima dela está o poder de Deus, seu amor por seus filhos. O homem deve ser humilde e confiar apenas em Deus. Fazer tudo, como se tudo dele dependesse, mas entregar e confiar em Deus, sabendo que d’Ele emana toda força, poder e amor.

No Evangelho, Lucas nos fala de Jesus contando a parábola da viúva e do juiz iníquo. Apesar desse juiz ser um mau caráter, a viúva não cessa de insistir e o vence exatamente por ser inoportuna.

Do mesmo modo, devemos ser insistentes com o Pai, nos diz Jesus. Se a viúva foi insistente com um homem que não era bom e conseguiu, quanto mais nós com o Deus de bondade, de amor, que é nosso Pai, que nos criou por amor e por amor enviou Seu Filho para nos salvar!

Orar sem cessar! Mais que ser insistente, orar sem cessar significa levar uma vida de oração, de estar permanentemente em atitude de escuta, de discernimento.

Inácio de Loyola nos ensina à luz de Deus, todo dia passar os principais acontecimentos do dia, aqueles que nos chamaram atenção porque nos disseram algo. Ver aí o que o Senhor nos falou neles. Isso é orar sem cessar, é uma atitude de vida de oração». (Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos para o XXIX Domingo T. C.)

Fonte: Site da Rádio Vaticano

SEMINÁRIO TEMÁTICO DA ESCOLA DE TEOLOGIA PASTORAL "SANTO AGOSTINHO"


COMEÇA O HORÁRIO DE VERÃO/2016

Não é porque vai começar o horário de verão/2016 que as Missas na Igreja/Matriz de Nossa Senhora da Consolação irão mudar de horário.

Portanto os horários de missas aos domingos permanecem os mesmos: 6h30, 17h e às 19h

E acertem os relógios!

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

2º ENCONTRO PARA CASAIS

A Pastoral Familiar da Paróquia Nossa Senhora da Consolação promoverá mais um encontro para casais.

No ano passado esse mesmo encontro foi uma bênção, graças a Deus! Muitos casais saíram renovados. Como a procura foi muito grande resolvemos nesse ano promover num lugar mais amplo e durante o dia todo. Será maravilhoso!

Acontecerá no dia 20 de novembro, no Bom Gosto Buffet, com início às 7h30 e término as 21h, encerrando com um coquetel dançante (sem bebida alcoólica) com a BANDA D14. Vale a pena casais!

Acontecerão algumas pregações (Orlando e Leonia, Mauro e Simaia e frei Gustavo), além da Pastoral Familiar e comissão que organizam esse maravilhoso encontro.

Obs: podem participar casais casados na igreja ou em segunda união.  


Corra porque as vagas são limitadas!  Já temos muitos casais inscritos.



CONVITE DOS 50 ANOS DE ORDENAÇÃO PRESBITERAL DO MONSENHOR DALTON MENEZES PENEDO


MANAUS (AM) GANHA NOVO BISPO AUXILIAR: DOM EDMILSON TADEU CANAVARROS

Cidade do Vaticano (RV) – A Arquidiocese de Manaus (AM) ganhou nesta quarta-feira (12/10) um novo bispo auxiliar: o salesiano Edmilson Tadeu Canavarros dos Santos. 

Dom Tadeu nasceu em 3 de dezembro de 1967 em Corumbá (MT), emitiu a profissão religiosa em 1988 na Sociedade de São Francisco de Sales e foi ordenado sacerdote em dezembro de 1996.
Estudou Filosofia na Universidade Católica Dom Bosco em Campo Grande e Teologia no Instituto Teológico Pio XI em São Paulo. Também se formou em Pedagogia e participou de cursos de acompanhamento espiritual em Ética sexual e Espiritualidade salesiana. 

Em seu ministério, desempenhou várias ocupações em Campo Grande, Lins (SP) e São Paulo. Atualmente é o Diretor da comunidade religiosa de Corumbá, Diretor pedagógico do Colégio Santa Teresa, Diretor da faculdade e Vigário paroquial do Santuário Nossa Senhora Auxiliadora.

A Arquidiocese de Manaus é administrada pelo arcebispo espiritano Dom Sérgio Eduardo Castriani, que já tem como auxiliar Dom José Albuquerque de Araújo.

Fonte: Site da Rádio Vaticano

12 DE OUTUBRO: NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL

Com muita alegria nós, brasileiros, lembramos e celebramos solenemente o dia da Protetora da Igreja e das famílias brasileiras: Nossa Senhora da Conceição Aparecida

A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto (MG).

Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram.

Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.

A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.

Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).

No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora “Aparecida” das águas.

O Papa Pio X em 1904 deu ordem para coroar a imagem de modo solene. No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Grande acontecimento, e até central para a nossa devoção à Virgem, foi quando em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, com estes objetivos: o bem espiritual do povo e o aumento cada vez maior de devotos à Imaculada Mãe de Deus.

Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, reconhecendo a importância do Santuário e estimulando o culto à Mãe de Deus.

Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início, em 11 de novembro de 1955, a construção de uma outra igreja, a atual Basílica Nova. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional, sendo o “maior Santuário Mariano do mundo”.

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

Fonte: Site da Canção Nova

terça-feira, 11 de outubro de 2016

BISPO DIOCESANO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM FAZ TRANSFERÊNCIA E NOMEAÇÕES

DOM DARIO CAMPOS, O.F.M.
Por mercê de Deus e da Santa Sé Apostólica,
Bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim



Dom Dario Campos, O.F.M., bispo diocesano de Cachoeiro de Itapemirim, após ouvir o Conselho Presbiteral e o Colégio de Consultores, faz as seguintes transferências e nomeações:

-Pe. José Carlos Brasil Magalhães; Pároco da Paróquia São José, em Mimoso do Sul.

 -Pe. Marconi José de Andrade; Pároco da Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens, em Iúna.

-Frei Joaquim Canzian Filho; Pároco da Paróquia São João Batista, em Jaciguá.

-Pe. Pedro Scaramussa; residente na Paróquia São Miguel, em Guaçuí.

-Pe. Sebastião José Nogueira, Vigário paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Divino de São Lourenço.

-Pe. Carlos Renato Carriço Gomes, Vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Penha, em Alegre, continuando como Administrador Paroquial da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Celina.

-Pe. Enildo Genésio de Souza, Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Celina, continuando como Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Penha, em Alegre.

-Pe. Wagner Paulo Pereira Doriguetti, Vigário Paroquial da Paróquia Santo Antônio, em Atílio Vivácqua.

Dado e passado na Chancelaria da Cúria Diocesana na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, sob a Firma e o Selo de nossas Armas Episcopais aos 11 de outubro de 2016.

 + Dom Dario Campos, O.F.M.
Bispo Diocesano

Fonte: Site Oficial da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

8º ENCONTRO DIOCESANO DE CEB'S: IGREJA DE PESSOAS

Foi mágico! Essa é a sensação após um final e semana com muita alegria e oração. Nos dias 7, 8 e 9 de outubro de 2016, aconteceu o 8º Encontro Diocesano de CEB's, na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, em Jerônimo Monteiro. 

Com o tema: "CEB's e os desafios no mundo urbano" e o lema: "Eu vi e ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-lo", o encontro reuniu aproximadamente mil pessoas para celebrar e também discutir as dificuldades e as imposições propostas pelo tema. 

Ofício Divino, caminhada luminosa, palestras, oficinas, dança, trem da CEB's, confraternização, alegria, Celebração Eucarística e foram inúmeros momentos marcantes.

1º DIA - Sexta-Feira

17h - Abertura do Encontro

Chegada dos delegados, com acolhida e credenciamento.

20h – Padre Andherson Franklin, coord. Diocesano de Pastoral, dá a boas-vindas e acolhe os participantes.

Nosso pastor diocesano, o Bispo Dom Dario Campos, abre o encontro, alegrando a todos com suas palavras de esperança.

“Assim chegamos! Assim estamos aqui! Como povo de Deus estamos aqui! Da mesma forma que o povo eleito foi dirigido no deserto pela luz de Deus, também nós sentimos a Sua mão forte e o Seu cuidado sempre presentes em nossa caminhada eclesial. Muitos são os desafios que encontramos nesse nosso tempo tão marcado por tantas contradições”.

“Todavia, diante de tantos desafios, à exemplo do povo de Deus no deserto, seguimos com a mesma confiança e a mesma certeza de Sua presença sempre ao nosso lado. Desse modo, ao sermos enviados de volta ás nossas CEB’s, levaremos a todos os recantos de nossa Diocese, desde nossas praias, passando por nossas cidades e chegando às nossas montanhas, a marca da fé professada e vivida, e aqui partilhada e confirmada. Por isso, iniciemos o nosso encontro e que seja ele fecundo para todos nós, cheio de alegria e do vigor que são próprios daqueles e daquelas que encontram Cristo e vivem a Fé e a Vida em nossa Diocese”, foram algumas das palavras do nosso Bispo na abertura do encontro.


2º DIA - Sábado

8h – Ofício Divino

Padre Andherson Franklin retoma a palavra, juntamente com o Padre Gelson de Souza, que é filho da cidade de Jerônimo Monteiro.

Nossos seminaristas são convidados a se apresentarem

A professora e Procuradora de Vitória, Flávia Marchezini, discursa sobre a Conjuntura sócio-política de nossas comunidades, uma análise crítico-reflexiva junto à Igreja Católica.

Palestra do Padre Andherson Franklin sobre Iluminação Bíblica.

Padre Kelder Brandão, da Arquidiocese de Vitória, dialoga com os presentes, seguindo o tema “Análise Eclesial”.

13:50h – Oficinas

Foram 10 temas, de livre escolha, sendo eles:

1 – Laudato Si’
2- Campanha da Fraternidade/2016 – A construção da Casa Comum
3 – Conselhos Municipais – O Desafio da administração dos recursos públicos
4 – Presença e os desafios do diálogo da Igreja com as novas mídias
5 – Juventude – Mundo Urbano e Igreja, desafios e esperanças
6 - São Paulo e os desafios do mundo urbano
7 – Ética e Política – urgência e desafios de participação
8 – Comunhão Fraterna – maturidade da fé nas CEB’s
9 – Violência Urbana – impacto, desafios e construção da Paz
10 – Direito à Educação plena, desafios do mundo urbano

Eco das oficinas – Cada oficina elegeu 2 representantes para apresentar aos presentes, o tema, o que foi discutido e a quais reflexões chegaram, mediado por Padre Kelder Brandão e Padre Andherson Franklin.

19h – Após o jantar, caminhada luminosa pelas ruas de Jerônimo Monteiro e show.


3º DIA - Domingo

8:30h – Após o ofício Divino, Padre Kelder Brandão faz uma análise do encontro de CEB’s, recapitulando alguns pontos.

Celebração Eucarística, presidida por Dom Dario Campos e concelebrada pelos presbíteros e diáconos presentes.


Leia alguns trechos da homilia de Dom Dario no encerramento do 8º Encontro Diocesano de Ceb’s.

“De fato, foram dias de grande partilha e comunhão, onde pudemos ler os sinais do tempo à Luz da Palavra de Deus e onde recolhemos, com alegria e esperança, os testemunhos de tantos e tantas de vocês. A Liturgia da palavra deste domingo nos coloca diante da figura de dois leprosos [...] e nestes dois encontros, três pontos são importantes de serem ressaltados: a Acolhida, o Encontro com Cristo e a Missão”.

“Somos chamados à entrar na escola da acolhida verdadeira, isto é, abrir as portas e as janelas de nossas comunidades e ir ao encontro das realidades que nos cercam. Sejamos sinais da Acolhida Misericordiosa de Deus que vai ao encontro daqueles que mais precisam.

“O segundo ponto é o Encontro com o Senhor. O homem contemporâneo, marcado pelo consumismo provocado pela imensa onda do mercado, tem dificuldade de se comprometer com a construção do bem comum e de fazer caminho de uma sincera profissão de fé. Busca-se a realização de seus desejos e a resposta para as suas necessidades. Na verdade, o encontro verdadeiro com o Senhor provoca uma fecunda profissão de fé e conduz à vivência da comunhão fraterna e da compaixão para com o próximo. Nossas CEB’s devem ser lugares propícios para que muitos, ao serem acolhidos, façam essa experiência profunda de encontro com Cristo que, não somente cura as feridas e as marcas próprias da vida de cada um, mas, sobretudo, convida para o seguimento, para o caminho do discipulado missionário”.

“Por fim, o terceiro ponto [...] é a missão que nasce da acolhida e do encontro com o senhor. Todos nós saímos de nossas casas e comunidades, saímos de nossas cidades e nos dirigimos a este lugar, que foi preparado para ser casa de acolhida e de encontro com o Senhor. Trouxemos na bagagem do coração e da memória a vivência de nossas Comunidades Eclesiais de Base. Partilhamos também dos grandes desafios de ser Igreja em saída hoje na sociedade, seja na zona rural quanto na cidade.  Acolhidos na presença de Deus, tocados por Sua Palavra Viva, confirmados pelo testemunho e pela coragem de tantos e tantas que aqui estão, também nós encontramos o Senhor. Chegou a hora de sairmos em Missão, chegou a hora de levar para as nossas CEB’s aquilo que aqui acolhemos e encontramos”.

“São Pedro, padroeiro de nossa Diocese, juntamente com os santos e santas padroeiros de nossas CEB’s, intercedam ao Senhor a fim de que nossa Igreja seja sempre: verdadeira na acolhida, fecunda como lugar do encontro com o Senhor e madura na vivência da missão”.

"Não somos uma Igreja de tijolos, somos uma Igreja de pessoas".  

Fonte: Site Oficial da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim