terça-feira, 29 de janeiro de 2013

DIVULGADOS NOVOS COMPROMISSOS DO PAPA: CONSISTÓRIO PARA NOVOS SANTOS, QUARESMA E CELEBRAÇÕES ESPECIAIS

Cidade do Vaticano (RV) - O Setor das Celebrações Litúrgicas Pontifícias divulgou as cerimônias a serem presididas pelo Santo Padre nos próximos dois meses.

Em particular, destacam-se na agenda do Papa os compromissos concernentes à Semana Santa, que terá início dia 24 de março e na qual o Pontífice presidirá, particularmente, às celebrações do Tríduo Pascal, até a Vigília da noite de Páscoa e a missa do domingo de Páscoa, concluída com a mensagem pascal e a Bênção Urbi et Orbi – à cidade (de Roma) e ao mundo.

No próximo sábado, 2 de fevereiro, festa da Apresentação do Senhor e XVII Dia Mundial da Vida Consagrada, terá lugar, às 17h locais, na Basílica de São Pedro, a santa missa presidida e concelebrada pelo Pontífice com os membros dos Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.

Para o dia 11 de fevereiro consta outro compromisso para o Santo Padre, o Consistório para algumas Causas de Canonização. Dois dias depois, Quarta-feira de Cinzas, Bento XVI presidirá, às 16h30 locais, na Basílica romana de Santo Anselmo, à Statio, seguida da procissão penitencial até a Basílica romana de Santa Sabina, concluída com a bênção e a imposição das Cinzas.

O início da Quaresma será caracterizado pela semana de exercícios espirituais propostos ao Papa e à Cúria Romana – a realizar de 17 a 23 de fevereiro, na Capela Redemptoris Mater, no Vaticano –, cujas meditações este ano serão feitas pelo presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Cardeal Gianfranco Ravasi.

No domingo, 24 de março, abre-se a Semana Santa de 2013. Às 9h30 locais, Bento XVI presidirá à santa missa, precedida pela bênção dos ramos e pela procissão. Na Quinta-feira Santa terá lugar o início do Tríduo Pascal, precedido pela celebração da manhã, às 9h30, na Basílica Vaticana.

Na parte da tarde, abrindo o Tríduo Pascal, terá lugar, às 17h30, na Basílica de São João de Latrão – sede da Diocese de Roma –, a missa da Ceia do Senhor. Às 17h da Sexta-feira Santa, Bento XVI presidirá, na Basílica de São Pedro, à celebração da Paixão do Senhor, e à noite, presidirá o rito da Via-Sacra no Coliseu.

No Sábado Santo terá lugar a "Mãe de todas as Vigílias", a celebração da Vigília Pascal, programada para as 20h30 na Basílica Vaticana. Na manhã do domingo de Páscoa o Pontífice presidirá à celebração eucarística na Basílica de São Pedro, às 10h15 locais, concluída com a Bênção Urbi et Orbi, concedida no Balcão Central da Basílica Vaticana. (RL)
 
Fonte: Site da Rádio Vaticano

PAPA CONCEDERÁ INDULGÊNCIA PLENÁRIA NO DIA MUNDIAL DO ENFERMO

Cidade do Vaticano (RV) – A Santa Sé anunciou nesta segunda, 28, que por ocasião do XXI Dia Mundial do Enfermo, o Santo Padre concederá a indulgência plenária aos fiéis que atenderem às três seguintes condições:

“Ter a alma realmente arrependida e constrita, participar de uma cerimônia rogando a Deus pelos propósitos da Jornada Mundial dos Doentes de 7 a 11 de fevereiro, no Santuário Mariano de Altötting (Alemanha) ou em qualquer outro lugar estabelecido pela Autoridade Eclesiástica, e fazer uma invocação misericordiosa à Beata Virgem Maria”.

Os requisitos para a obtenção da indulgência comportam a Confissão sacramental, a Comunhão eucarística e a oração, segundo as intenções do Santo Padre.

O decreto foi assinado pelo Cardeal-mór, Monteiro de Castro, e o regente da Penitenciaria, Dom Krzysztof Nykiel.

Funcionários de hospitais públicos e particulares, que devido a seu trabalho não puderem participar dos eventos indicados, receberão a indulgência plenária “se oferecerem generosamente ao menos por algumas horas sua
assistência caridosa, como se a fizessem ao verdadeiro Cristo e rezarem o Pai-Nosso, o Credo e uma invocação misericordiosa à Beata Virgem Maria, com a alma livre de todo o pecado e com o compromisso de cumprir as condições o mais rápido possível”.

Aos fiéis doentes que, devido a sua condição física e idade, não puderem participar, a indulgência plenária será reservada se “com a alma desapegada de todo e qualquer pecado, se proponham a cumprir assim que possível as condições pré-estabelecidas; participando espiritualmente das funções sagradas em dias determinados, particularmente quando as Celebrações litúrgicas e a Mensagem do Sumo Pontífice forem transmitidas pela TV e pelo rádio, rezando devotamente por todos os enfermos e oferecendo a Deus, através da Virgem Maria, seus sofrimentos físicos e espirituais”.

O decreto prevê também a indulgência parcial a todos os fiéis que, nos dias estabelecidos, "com o coração contrito", e em modo devoto rezarem pelos enfermos, “no espírito do corrente Ano da Fé”.

O Dia Mundial do Enfermo é celebrado em 11 de fevereiro, dia da memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes. O Presidente do Pontifício Conselho para os Agentes de Saúde, Dom Zygmunt Zimowski, enviado especial do Papa, presidirá uma solene Celebração Eucarística com a administração do sacramento da Unção dos enfermos no Santuário Mariano de Altötting, da Diocese de Passau, na Alemanha.

Fonte: Site da Rádio Vaticano

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

NOTA OFICIAL DA CNBB DE SOLIDARIEDADE ÀS FAMÍLIAS E AO POVO DE SANTA MARIA (RS)

A presidência da CNBB que neste domingo, 27 de janeiro, se manifestou  junto com o arcebispo de Santa Maria (RS), dom Hélio Adelar Rupert, diante do incêndio trágico que colheu a vida de centenas de jovens, emitiu, hoje, segunda-feira, 28 de janeiro, Nota Oficial de solidariedade às famílias e ao povo de Santa Maria.
Leia a Nota:

Nota de Solidariedade às famílias das vítimas e ao povo de Santa Maria


Acompanhamos com dor e solidariedade, desde a madrugada do domingo, o momento de profundo sofrimento vivido pelos feridos e pelas famílias dos que perderam centenas de filhos na tragédia do incêndio em Santa Maria (RS). O Brasil está de luto e as comunidades de fé estão unidas em oração. Deus conduza a todos, nesta hora, para oferecer, aos mortos, dignidade e ambiente de reverência, aos pais e familiares, amparo e assistência, e aos feridos, todo o apoio e tratamento ágil e eficiente.

Unimo-nos ao arcebispo, dom Hélio Adelar Rupert, ao clero e ao povo da arquidiocese de Santa Maria. A Palavra de Deus nos oferece luz para esse momento: “somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angustia; postos em apuros, mas não desesperançados; perseguidos, mas não desamparados; derrubados, mas não aniquilados; por toda parte e sempre levamos em nosso corpo o morrer de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa existência mortal ( 2 Cor 4, 8-9).

A consciência cristã nos leva a manifestar também nosso apoio aos homens e mulheres de boa vontade que estão oferecendo ajuda junto às famílias e aos feridos e aos responsáveis pelo poder público que estão tomando as providências para o encaminhamento e solução dos problemas desse momento de aflição. É momento de união e de solidariedade! A concreta participação de colaboração, o respeitoso silêncio e a oração movida pela fé nos faz reconhecer, mais uma vez, que somos todos membros de uma única família que sofre pela perda de tantos jovens, filhas e filhos queridos.


Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB

José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luis (MA) e vice-presidente da CNBB

Leonardo Ulrich Steiner
Bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB

Fonte: Site da CNBB

POSSES E APRESENTAÇÕES NA DIOCESE DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM

No dia 08 de novembro de 2012 o bispo diocesano de Cachoeiro de Itapemirim, dom frei Dario Campos, ofm, anunciou as nomeações e transferências na diocese. Está chegando a hora dos padres nomeados assumirem suas novas funções.

Em 2013, acontecem as posses e apresentações que acontecerão em toda diocese, confira as datas e horários das posses e apresentações já marcadas.

Pe. Joel de Jesus - Apresentação como administrador paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Rosário
Data: 01 de fevereiro de 2013 (Sexta - Feira)
Hora: 19h
Local: Matriz de Ibatiba


Pe. Dermeval Gomes - Posse como pároco na Paróquia São José

Data: 02 de fevereiro de 2013 (Sábado)
Hora: 19h
Local: Matriz de São José de Calçado

Pe. José Carlos Brasil Magalhães - Posse como pároco da Paróquia São João Batista

Data: 03 de fevereiro de 2013 (Domingo)
Hora: 8h
Local: Matriz de Jaciguá


Pe. Enildo Genésio de Souza - Apresentação como vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Penha.
Data: 03 de fevereiro de 2013 (Domingo)
Hora: 19h
Local: Matriz de Alegre


Pe. Gilberto Roberto da Silva - Posse como pároco da Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição
Data: 03 de fevereiro de 2013 (Domingo)
Hora: 11h
Local: Matriz de Piúma


Pe. Marconi José de Andrade - Posse como pároco da Paróquia São José
Pe. Jhauber Luiz Moreira - Apresentação como Vigário Paroquial da Paróquia São José

Data: 06 de fevereiro de 2013 (Quarta-Feira)
Hora: 19h
Local: Matriz de Mimoso do Sul

Pe. Genivaldo Marcolan Laquini - Apresentação como vigário paroquial da Paróquia São Pedro - Catedral
Data: 13 de fevereiro de 2013 (Quarta-Feira)
Hora: 9h
Local: Catedral de São Pedro - Cachoeiro de Itapemirim

Pe. Gelson de Souza - Posse como pároco na Paróquia São Sebastião
Data: 16 de fevereiro de 2013 (Sábado)
Hora: 19h30
Local: Paróquia São Sebastião - Cachoeiro de Itapemirim

Pe. Denis Lesqueves Neto - Apresentação como administrador paroquial da paróquia São Miguel Arcanjo
Data: 17 de fevereiro de 2013 (Domingo)
Local: Matriz de Guaçuí

Obs: No dia 11 de fevereiro de 2013 (segunda-feira), acontece a apresentação do Pe. Denis Lesqueves Neto como vigário paroquial da paróquia Nossa Senhora de Lourdes, Celina.


Monsenhor Antonio Romulo Zagotto - Posse como pároco da Paróquia Santo Antônio
Data: 20 de fevereiro de 2013 (Quarta - Feira)
Hora: 19h
Local: Matriz de Rio Novo do Sul


Frei Joel Guilaram Villaruel - Apresentação como administrador paroquial da paróquia São Paulo Apóstolo
Data: 8 de março de 2013 (Sexta - Feira)
Hora: 19h
Local: Matriz de Pequiá


Pe. Evaldo Praça Ferreira - Posse como pároco na Paróquia Nosso Senhor dos Passos
Data: 15 de março de 2013 (Sexta-Feira)
Hora: 19h30
Local: Paróquia Nosso Senhor dos Passos - Cachoeiro de Itapemirim


Pe. Fábio Eduardo de Lima Santos - Apresentação como administrador paroquial da Paróquia Santíssima Trindade
Data: 16 de março de 2013 (Sábado)
Hora: 19h
Local: Matriz de Marataízes


Pe. Joselito Ramalho Nogueira - Posse como pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças
Data: 17 de março de 2013 (Domingo)
Hora: 19h
Local: IBC - Cachoeiro de Itapemirim
Fonte: Site Oficial da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim

CONSTERNADO, BENTO XVI CONSOLA FAMÍLIAS DAS VÍTIMAS EM SANTA MARIA

Cidade do Vaticano (RV) – A Secretaria de Estado do Vaticano divulgou na manhã desta segunda, 28, o telegrama enviado pelo Papa ao Arcebispo de Santa Maria, Dom Hélio Adelar Rubert, expressando seu pesar pela tragédia ocorrida na cidade universitária. No incêndio da boate ‘Kiss’ morreram 232 jovens e 80 estão hospitalizados em estado grave.

Consternado pela trágica morte de centenas de jovens em um incêndio em Santa Maria, o Sumo Pontífice pede a Vossa Excelência que transmita às famílias das vítimas suas condolências e sua participação na dor de todos os enlutados. Ao mesmo tempo em que confia a Deus Pai de misericórdia os falecidos, o Santo Padre pede ao céu o conforto e restabelecimento para os feridos, coragem e a consolação da esperança cristã para todos atingidos pela tragédia e envia, a quantos estão em sofrimento e ao mesmo procuram remediá-lo, uma propiciadora bênção apostólica”.

O telegrama de Bento XVI é assinado pelo Cardeal Tarcísio Bertone, Secretário de Estado de Sua Santidade.
 
Fonte: Site da Rádio Vaticano

NOTA DO SETOR UNIVERSIDADES DA CNBB SOBRE O INCÊNDIO EM SANTA MARIA

Durante o último final de semana, o Setor Universidades da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação da CNBB realizaram um encontro de planejamento anual em Salvador (BA), com a presença de dom Tarcísio Scaramussa, membro da comissão. Ao receber a notícia do acidente ocorrido com um grande número de universitários em uma boate na cidade de Santa Maria (RS), os participantes publicaram a nota a seguir:
 
“Eu sou a ressureição e a vida. Quem crê em mim,
ainda que tenha morrido, viverá.” (João 11, 25)

 
Os colaboradores do Setor Universidades da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunidos na cidade de Salvador, Bahia, profundamente impactados com a tragédia ocorrida na manhã deste domingo na Boate Kiss, na cidade de Santa Maria, Rio Grande Sul, se solidarizam com as famílias dos universitários e manifestam com carinho e oração o desejo de que recebam o conforto de Deus neste momento tão difícil.

Fraternalmente,

 
Dom Tarcísio Scaramussa
Bispo Referencial do Setor Universidades da CNBB
 
Fonte: Site da CNBB

IGREJA MANIFESTA SUA SOLIDARIEDADE ÀS VÍTIMAS DA TRAGÉDIA DE SANTA MARIA (RS)

O incêndio ocorrido em uma casa noturna da cidade de Santa Maria (RS) na madrugada deste domingo, 27 de janeiro, matou 231 pessoas e pelo menos 121 feridas, 80 delas em estado grave. O socorro às vítimas está sendo realizado em hospitais da cidade e também da capital, Porto Alegre.

Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, enviou mensagem ao arcebispo de Santa Maria, dom Hélio Adelar Rupert, recordando que os jovens cariocas realizaram uma vigília na Catedral em que rezaram pelos falecidos, familiares e amigos das vítimas. “Nossos corações estão abalados com essa grande tragédia (...) que ceifou a vida de inúmeros jovens dessa cidade, em especial, dos estudantes da Universidade Federal de Santa Maria”.

Já o cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, pediu ao clero de sua Arquidiocese que celebrem missas em intenção das vítimas do incêndio. Em sua nota de pesar, expressou sua solidariedade e recordou que “a tristeza aumenta com a constatação de que a tragédia foi consequência de uma série de erros e omissões, certamente evitáveis, se tivessem sido observadas as normas de segurança prescritas”.

O bispo
auxiliar de Porto Alegre, dom Jaime Spengler, que já atuou como referencial para a Juventude no Regional Sul 3 da CNBB, destinou mensagem aos familiares dos jovens falecidos. “Somos atingidos por sentimentos de dor e tristeza. Dor pela vida de tantos jovens; tristeza pelas famílias e amigos destes jovens. Por quê? Resta-nos neste instante o silêncio respeitoso; e, sobretudo, a prece solidária”.
 
Fonte: Site da CNBB

sábado, 26 de janeiro de 2013

REFLEXÃO PARA O 3º DOMINGO DO TEMPO COMUM

O Livro de Neemias nos dá um relato do que poderíamos chamar a “primeira celebração da palavra”. Ela foi realizada quando se percebeu a desordem que havia no meio do povo, onde cada um fazia o que desejava. Por ignorância, não se praticava a Lei e o caos imperava. Esdras, doutor da lei mosaica, foi enviado por Artaxerxes, rei persa, a Jerusalém, para colocar ordem na cidade. Ele preparou o povo e esperou o primeiro dia do novo ano para fazer uma solene celebração litúrgica, com todas as pessoas capazes de compreender.

Os convocados compareceram, com absoluta boa vontade e sabiam que a solenidade duraria muitas horas, e na verdade era o Senhor quem os convocava.

Esdras, consciente de que o momento era emblemático, usou de sua sensibilidade para demonstrar ao povo a grandeza do momento: mandou erguer um estrado de madeira, em um lugar visível a todos, e nele criou um ponto elevado para ser o local da tribuna, onde seria proclamada a Lei do Senhor. Era necessário que todos o vissem e ouvissem quando fosse abrir o livro e fazer sua leitura.

Quando isso aconteceu, o povo ficou de pé e o ouvia com atenção. Esdras explicava seu sentido para que o povo pudesse compreender a leitura. Ao final da proclamação o povo disse “Amém! Amém! E se prostrou por terra. Era o Senhor que falava através de Esdras e a prostração foi o sinal de que todos estavam conscientes disto.

O povo, conhecedor de suas próprias falhas, chorava, contudo Esdras chamava-lhes a atenção para o aspecto da amizade de Deus; ela é mais importante que tudo, daí não chorar, mas festejar. Mais ainda, a alegria do Senhor é e será a força do povo. Por outro lado, sentir-se pecador, deve ser celebrado com alegria, pois ter essa consciência é um dom de Deus!

São Lucas, logo no início de seu Evangelho, escreveu: “...história dos acontecimentos que se realizaram entre nós, como nos foram transmitidos por aqueles ministros da palavra”. O evangelista nos diz que o que vai narrar não é uma fábula, mas aconteceu realmente e nos foi transmitido pelos servidores de Jesus Cristo, o personagem central de seus relatos.

Para mostrar a todos a excelência de Jesus dentro da tradição dos profetas, Lucas recorda o dia em que o Mestre, com trinta anos de idade, foi à sinagoga e o presidente dela convidou-o a fazer a segunda leitura do dia. Jesus abriu o rolo que continha os escritos que falavam sobre sua vinda, mas indecifráveis até então. Escolheu o texto do profeta Isaías que diz: “O Espírito do Senhor está sobre mim e...enviou-me a anunciar a boa nova aos pobres”. Ao enrolar o volume e entregá-lo ao assistente, Jesus diz, com esse gesto, que todos os escritos do Antigo Testamento acabaram, naquele instante, de cumprir sua missão: conduzir as pessoas até ele. Por isso podem ser enrolados e guardados.

Nesse exato momento, todos os olhos estão voltados para ele. Todos desejam ouvir o que o Mestre irá dizer. Começaram os novos tempos!

Se hoje continuamos a ler os textos do Antigo Testamento, os lemos antes dos do Novo, pois eles são indispensáveis para nossa preparação à acolhida de Jesus Cristo.

A partir da homilia de Jesus, após as leituras bíblicas, sabemos que ela deverá estar dentro da realidade das pessoas e sempre ser mensagem de alegria, de esperança em Deus.

Pe. César Augusto dos Santos
 
Fonte: Site da Rádio Vaticano

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

"Redes sociais: portais de verdade e de fé": leia Mensagem de Bento XVI

Cidade do Vaticano (RV) – No dia em que a Igreja celebra S. Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas, a Sala de Imprensa da Santa Sé apresentou na manhã desta quinta-feira a Mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, que será celebrado em 12 de maio.

“Redes sociais: portais de verdade e de fé; novos espaços de evangelização” é o título da Mensagem, que publicamos a seguir:

Amados irmãos e irmãs,

Encontrando-se próximo o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2013, desejo oferecer-vos algumas reflexões sobre uma realidade cada vez mais importante que diz respeito à maneira como as pessoas comunicam atualmente entre si; concretamente quero deter-me a considerar o desenvolvimento das redes sociais digitais que estão a contribuir para a aparição duma nova ágora, duma praça pública e aberta onde as pessoas partilham ideias, informações, opiniões e podem ainda ganhar vida novas relações e formas de comunidade.

Estes espaços, quando bem e equilibradamente valorizados, contribuem para favorecer formas de diálogo e debate que, se realizadas com respeito e cuidado pela privacidade, com responsabilidade e empenho pela verdade, podem reforçar os laços de unidade entre as pessoas e promover eficazmente a harmonia da família humana. A troca de informações pode transformar-se numa verdadeira comunicação, os contatos podem amadurecer em amizade, as conexões podem facilitar a comunhão. Se as redes sociais são chamadas a concretizar este grande potencial, as pessoas que nelas participam devem esforçar-se por serem autênticas, porque nestes espaços não se partilham apenas ideias e informações, mas em última instância a pessoa comunica-se a si mesma.

O desenvolvimento das redes sociais requer dedicação: as pessoas envolvem-se nelas para construir relações e encontrar amizade, buscar respostas para as suas questões, divertir-se, mas também para ser estimuladas intelectualmente e partilhar competências e conhecimentos. Assim as redes sociais tornam-se cada vez mais parte do próprio tecido da sociedade enquanto unem as pessoas na base destas necessidades fundamentais. Por isso, as redes sociais são alimentadas por aspirações radicadas no coração do homem.

A cultura das redes sociais e as mudanças nas formas e estilos da comunicação colocam sérios desafios àqueles que querem falar de verdades e valores. Muitas vezes, como acontece também com outros meios de comunicação social, o significado e a eficácia das diferentes formas de expressão parecem determinados mais pela sua popularidade do que pela sua importância intrínseca e validade. E frequentemente a popularidade está mais ligada com a celebridade ou com estratégias de persuasão do que com a lógica da argumentação. Às vezes, a voz discreta da razão pode ser abafada pelo rumor de excessivas informações, e não consegue atrair a atenção que, ao contrário, é dada a quantos se expressam de forma mais persuasiva. Por conseguinte os meios de comunicação social precisam do compromisso de todos aqueles que estão cientes do valor do diálogo, do debate fundamentado, da argumentação lógica; precisam de pessoas que procurem cultivar formas de discurso e expressão que façam apelo às aspirações mais nobres de quem está envolvido no processo de comunicação. Tal diálogo e debate podem florescer e crescer mesmo quando se conversa e toma a sério aqueles que têm ideias diferentes das nossas. «Constatada a diversidade cultural, é preciso fazer com que as pessoas não só aceitem a existência da cultura do outro, mas aspirem também a receber um enriquecimento da mesma e a dar-lhe aquilo que se possui de bem, de verdade e de beleza» (Discurso no Encontro com o mundo da cultura, Belém, Lisboa, 12 de Maio de 2010).

O desafio, que as redes sociais têm de enfrentar, é o de serem verdadeiramente abrangentes: então beneficiarão da plena participação dos fiéis que desejam partilhar a Mensagem de Jesus e os valores da dignidade humana que a sua doutrina promove. Na realidade, os fiéis dão-se conta cada vez mais de que, se a Boa Nova não for dada a conhecer também no ambiente digital, poderá ficar fora do alcance da experiência de muitos que consideram importante este espaço existencial. O ambiente digital não é um mundo paralelo ou puramente virtual, mas faz parte da realidade quotidiana de muitas pessoas, especialmente dos mais jovens. As redes sociais são o fruto da interação humana, mas, por sua vez, dão formas novas às dinâmicas da comunicação que cria relações: por isso uma solícita compreensão por este ambiente é o pré-requisito para uma presença significativa dentro do mesmo.

A capacidade de utilizar as novas linguagens requer-se não tanto para estar em sintonia com os tempos, como sobretudo para permitir que a riqueza infinita do Evangelho encontre formas de expressão que sejam capazes de alcançar a mente e o coração de todos. No ambiente digital, a palavra escrita aparece muitas vezes acompanhada por imagens e sons. Uma comunicação eficaz, como as parábolas de Jesus, necessita do envolvimento da imaginação e da sensibilidade afetiva daqueles que queremos convidar para um encontro com o mistério do amor de Deus. Aliás sabemos que a tradição cristã sempre foi rica de sinais e símbolos: penso, por exemplo, na cruz, nos ícones, nas imagens da Virgem Maria, no presépio, nos vitrais e nos quadros das igrejas. Uma parte consistente do património artístico da humanidade foi realizado por artistas e músicos que procuraram exprimir as verdades da fé.

A autenticidade dos fiéis, nas redes sociais, é posta em evidência pela partilha da fonte profunda da sua esperança e da sua alegria: a fé em Deus, rico de misericórdia e amor, revelado em Jesus Cristo. Tal partilha consiste não apenas na expressão de fé explícita, mas também no testemunho, isto é, no modo como se comunicam «escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011). Um modo particularmente significativo de dar testemunho é a vontade de se doar a si mesmo aos outros através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana. A aparição nas redes sociais do diálogo acerca da fé e do acreditar confirma a importância e a relevância da religião no debate público e social.

Para aqueles que acolheram de coração aberto o dom da fé, a resposta mais radical às questões do homem sobre o amor, a verdade e o sentido da vida – questões estas que não estão de modo algum ausentes das redes sociais – encontra-se na pessoa de Jesus Cristo. É natural que a pessoa que possui a fé deseje, com respeito e tacto, partilhá-la com aqueles que encontra no ambiente digital. Entretanto, se a nossa partilha do Evangelho é capaz de dar bons frutos, fá-lo em última análise pela força que a própria Palavra de Deus tem de tocar os corações, e não tanto por qualquer esforço nosso. A confiança no poder da ação de Deus deve ser sempre superior a toda e qualquer segurança que possamos colocar na utilização dos recursos humanos. Mesmo no ambiente digital, onde é fácil que se ergam vozes de tons demasiado acesos e conflituosos e onde, por vezes, há o risco de que o sensacionalismo prevaleça, somos chamados a um cuidadoso discernimento. A propósito, recordemo-nos de que Elias reconheceu a voz de Deus não no vento impetuoso e forte, nem no tremor de terra ou no fogo, mas no «murmúrio de uma brisa suave» (1 Rs 19, 11-12). Devemos confiar no facto de que os anseios fundamentais que a pessoa humana tem de amar e ser amada, de encontrar um significado e verdade que o próprio Deus colocou no coração do ser humano, permanecem também nos homens e mulheres do nosso tempo abertos, sempre e em todo o caso, para aquilo que o Beato Cardeal Newman chamava a «luz gentil» da fé.

As redes sociais, para além de instrumento de evangelização, podem ser um fator de desenvolvimento humano. Por exemplo, em alguns contextos geográficos e culturais onde os cristãos se sentem isolados, as redes sociais podem reforçar o sentido da sua unidade efetiva com a comunidade universal dos fiéis. As redes facilitam a partilha dos recursos espirituais e litúrgicos, tornando as pessoas capazes de rezar com um revigorado sentido de proximidade àqueles que professam a sua fé. O envolvimento autêntico e interativo com as questões e as dúvidas daqueles que estão longe da fé, deve-nos fazer sentir a necessidade de alimentar, através da oração e da reflexão, a nossa fé na presença de Deus e também a nossa caridade operante: «Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine» (1 Cor 13, 1).

No ambiente digital, existem redes sociais que oferecem ao homem atual oportunidades de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Mas estas redes podem também abrir as portas a outras dimensões da fé. Na realidade, muitas pessoas estão a descobrir – graças precisamente a um contato inicial feito on line – a importância do encontro direto, de experiências de comunidade ou mesmo de peregrinação, que são elementos sempre importantes no caminho da fé. Procurando tornar o Evangelho presente no ambiente digital, podemos convidar as pessoas a viverem encontros de oração ou celebrações litúrgicas em lugares concretos como igrejas ou capelas. Não deveria haver falta de coerência ou unidade entre a expressão da nossa fé e o nosso testemunho do Evangelho na realidade onde somos chamados a viver, seja ela física ou digital. Sempre e de qualquer modo que nos encontremos com os outros, somos chamados a dar a conhecer o amor de Deus até aos confins da terra.

Enquanto de coração vos abençoo a todos, peço ao Espírito de Deus que sempre vos acompanhe e ilumine para poderdes ser verdadeiramente arautos e testemunhas do Evangelho. «Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura» (Mc 16, 15).

Vaticano, 24 de Janeiro – Festa de São Francisco de Sales – do ano 2013.
Fonte: Site da Rádio Vaticano

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

SEGUNDO ANO DE FALECIMENTO DE FREI JOÃO ECHÁVARRI

No próximo dia 23 de janeiro de 2013, lembramos com muita saudade o segundo ano em que Frei João Echávarri voltou para casa paterna.
A Paróquia Nossa Senhora da Consolação lembra com grande carinho desse religioso e sacerdote, que do seu modo simples soube conquistar a todos: os de perto e os de longe.
Nesse dia haverá Celebração Eucarística no Santuário de Nossa Senhora da Consolação nos horários das 06h30min e das 19:00 horas e cada fiel é convidado a rezar e lembrar de Frei João Echávarri, oar.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Apresentados ao Papa os dois cordeiros cuja lã servirá para confecionar o pálio sagrado

Cidade do Vaticano (RV) - A Igreja celebra nesta segunda-feira, 21 de janeiro, a memória litúrgica de Santa Inês e, segundo uma tradição antiga, nesta data são apresentados ao Papa dois cordeiros abençoados.

A lã deles servirá para confeccionar os pálios sagrados, ou seja, as insígnias que no dia 29 de junho de todos os anos o Santo Padre entrega aos novos arcebispos metropolitanos.

Também este ano, logo após o meio-dia, a cerimônia realizou-se na residência apostólica, no Vaticano. Os dois cordeiros apresentados a Bento XVI trazem à mente o martírio da Santa, de quem o Papa ano passado fizera um retrato espiritual. Aproveitamos a ocasião para recordar.

Era 21 de janeiro do ano 305, Estádio Domiciano, onde hoje se encontra a famosa Praça Navona, no centro de Roma. A Cidade Eterna preparava-se para assistir outro banho de sangue. Havia cerca de dois anos, o imperador Diocleciano decidira exterminar os cristãos uma vez por todas. A perseguição foi caracterizada pela violência mais feroz.

Naquele 21 de janeiro encontrava-se acorrentada uma adolescente de 12-13 anos. A sua culpa residia no fato de, além de ser cristã, não querer renunciar à sua escolha de fidelidade a Jesus feita na castidade.

Inutilmente, os carnífices tentaram de tudo para fazê-la renunciar a sua fé. Acabaram por ceifar-lhe a vida desferrando-lhe um golpe mortal de espada, como se fazia naquele tempo com os cordeiros.

Essa é, substancialmente, a história do martírio de Santa Inês, segundo as fontes antigas, embora com algumas discordâncias historiográficas. Ao invés, aquilo de que a Igreja não tem dúvidas é da extraordinária têmpera de fé demonstrada pela mártir, como ressaltou o Papa ano passado:

"Martírio – para Santa Inês – quis significar a generosa e livre aceitação de entregar a própria vida jovem, na sua totalidade e sem reservas, a fim de que o Evangelho fosse anunciado como verdade e beleza que iluminam a existência. No martírio de Inês, acolhido com coragem no Estádio de Domiciano, resplandece para sempre a beleza de pertencer a Cristo sem titubeios, consagrando-se a Ele." (Discurso Almo Colégio Capranica, 20 de maio de 2012)

Em seu martírio, observara o Papa, "Inês selou outro elemento decisivo da sua vida, a virgindade para Cristo e para a Igreja":

"De fato, o dom total do martírio é preparado pela escolha consciente, livre e madura da virgindade, testemunhada pela vontade de ser totalmente de Cristo. Se o martírio é um ato heróico final, a virgindade é fruto de uma prolongada amizade com Jesus amadurecida na escuta constante da sua Palavra, no diálogo da oração, no encontro eucarístico. Inês, ainda jovem, havia aprendido que ser discípulos do Senhor significa amá-lo arriscando toda a existência." (Discurso Almo Colégio Capranica 20 de maio de 2012)

Em 29 de junho próximo, Bento XVI entregará o pálio sagrado aos novos arcebispos metropolitanos. O rito se realizará em outra praça, também ela teatro de martírio: a praça São Pedro. Não é uma casualidade, porque, como afirmou o Papa...

"...essa nossa cidade é fundada também na amizade com Cristo e no testemunho de seu Evangelho, de muitos de seus filhos e filhas. A generosa doação deles a Cristo e ao bem dos irmãos é um componente primário da fisionomia espiritual de Roma". (Discurso Almo Colégio Capranica, 20 de maio de 2012) (RL)
Fonte: Site da Rádio Vaticano

domingo, 20 de janeiro de 2013

NOTA DE FALECIMENTO

E com pesar que a Cúria da Província Santa Rita de Cássia - Ordem dos Agostinianos Recoletos - comunica o falecimento de Frei Cândido Braz Cintra, ocorrido na cidade de Ribeirão Preto, estado de São Paulo, neste domingo, dia 20 de janeiro de 2013.
 
A Missa de corpo presente será no dia 21 de janeiro de 2013, segunda-feira, na cidade de Ribeirão Preto, às 11:00 horas, na Igreja de São José, (sede da Cúria Provincial).
 
A Paróquia Nossa Senhora da Consolação solidariza-se à toda Ordem dos Agostinianos Recoletos e solicita ao bom Deus que acolha Frei Cândido e que este descanse em paz!
 
Fonte: Blog Oficial da Província Santa Rita de Cássia

REFLEXÃO PARA O 2º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Cidade do Vaticano (RV) - O Senhor restaura Jerusalém e faz surgir nela a justiça. Toma-a como sua esposa. Ele é o esposo apaixonado por ela e ao dar-lhe um nome novo ela se torna importante em meio a todos ao povos. Sua ação a faz Povo de Deus.

No Evangelho, João descreve o início dos sinais de Jesus realizados em uma festa de casamento. O casamento celebra a doação, a entrega recíproca de duas pessoas, para sempre.

Do mesmo modo dá-se a entrega de Jesus pela Igreja, sua esposa e, como tal, é o que se espera dela, que seja fiel e honre o amor recebido. Essa cerimônia é realizada três dias depois do encontro de Jesus com seus discípulos, o que nos recorda a ressurreição de Jesus três dias após sua entrega redentora por sua esposa, a Igreja.

A presença de Maria é citada fora do grupo dos discípulos de Jesus e o Senhor a chama de mulher. João quer dizer que Maria estava na festa, mas representava a Humanidade, os filhos de Eva que aguardavam a chegada do Esposo, Jesus. Na sala estão seis talhas de pedra para a purificação ritual. Ora, essa informação nos fala da imperfeição da purificação antiga. São seis e não sete, que, na simbologia bíblica representa o número perfeito, e fala também da abundância de água, que se tornará abundância de vinho.

A presença do Mestre plenifica a purificação, pois ela se dará com seu sangue, sinalizado pela abundância de vinho. Do mesmo modo a excelência do vinho novo, advindo pós ação de Jesus. Finalmente vejamos os diálogos. Jesus diz que sua hora ainda não chegou. Ele se refere à hora em que redimirá a Humanidade, com sua paixão. Maria diz: “Fazei tudo o que ele vos disser!” É a Humanidade convertida que aceita obedecer a Deus, reconhece-o como Senhor, diferentemente do filhos de Eva.

Portanto, João quer nos dizer que nessa cena de casamento foram realizadas, prefiguradamente, as núpcias entre Cristo e a Humanidade. A profecia de Isaías se realiza. O Senhor torna a Humanidade sua predileta, a desposa na cruz e lhe dá um nome novo: Meu Povo!

A liturgia de hoje nos diz que o amor de Jesus por nós é radical e seu amor é comparado ao de um esposo que ama tanto a ponto de dar a vida por sua amada. Sejamos fiéis ao nosso batismo. Nele demos nosso sim ao Senhor e a aliança que foi selada com seu sangue redentor. Vivamos o amor e aguardemos o dia feliz das núpcias eternas!
 
Fonte: Site da Rádio Vaticano

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

PAPA LANÇA TWITTER EM LATIM

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa lançou no Twitter a versão em latim. Trata-se da nona língua, após o inglês, espanhol, italiano, francês, alemão, português, polonês e árabe.
Bento XVI assim define seu Twitter em latim: “Pagina Publica breviloquentis”. No seu primeiro tweet de boas-vindas escreve: “Tuus adventus in paginam publicam Summi Pontificis Benedicti XVI breviloquentis optatissimus est”, isto é, “O teu acesso na página Twitter oficial do Sumo Pontífice Bento XVI é muito bem vindo”.

O Papa já superou 2 milhões de seguidores no Twitter. (JE)

Fonte Site da Rádio Vatican

sábado, 12 de janeiro de 2013

REFLEXÃO PARA FESTA DO BATISMO DO SENHOR

Cidade do Vaticano (RV) - Na noite de Natal, os anjos cantaram aos pastores “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado”. Essa paz auspiciada pelos anjos é transmitida pela pessoa de Jesus, o Príncipe da Paz, apresentado no Evangelho de hoje como o “Filho muito amado do Pai, em quem Ele pôs todo seu bem agrado”.

Na primeira leitura, ao ouvirmos falar sobre o Servo de Javé, poderemos identificá-lo com Jesus Cristo, como o fizeram os primeiros cristãos.

O misterioso Servo de Javé do Livro de Isaías, pessoa nobre que lutara pela libertação dos homens, sem clamar nem levantar a voz, sem quebrar uma cana rachada nem apagar um pavio que ainda fumega, ouviu do Senhor o seguinte: “Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí como centro da aliança do povo, luz das nações”. Ora, esse Servo é homem da paz, não domina, não destrói, não desanima, 500 anos antes já revelava o perfil de Jesus, nosso Redentor.

O Evangelho do Batismo de Jesus, extraído de Lucas, nos diz que Jesus rezava quando o Espírito Santo desceu sobre ele. O Espírito Santo é a resposta de Deus à oração de Jesus. O próprio Senhor, mais adiante irá ensinar que o Pai dá o Espírito àqueles que o pedirem.

Por que Jesus rezava? Certamente para saber do Pai o que é de seu agrado, para lhe ser fiel. Também nós precisamos da oração para realizarmos a missão que o Senhor nos deu, para sermos imagem do” Filho muito amado em quem o Pai pôs todo seu agrado”.

A segunda leitura, extraída do Atos dos Apóstolos, nos fala “como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando todos os que estavam dominados pelo demônio, porque Deus estava com ele”.

Eis nossa missão: andar por toda a parte, fazendo o bem e curando os que estão dominados pelo pecado. Como fazer o bem e curar os dominados pelo pecado? Certamente sendo promotores da justiça, fazendo o bem e libertando todos do jugo do egoísmo e trocando-o pela humildade e serviço; libertando do jugo do prazer e oferecendo a solidariedade; libertando do jugo da idolatria, seja ela qual for, e substituindo-a pelo Amor.
Fonte: Site da Rádio Vaticano

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA O DIA MUNDIAL DO ENFERMO

Cidade do Vaticano (RV) – A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou na manhã desta terça-feira, 8, a mensagem de Bento XVI para o XXI Dia Mundial do Enfermo, que é celebrado em 11 de fevereiro, memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes.

“Nesta circunstância, sinto-me particularmente unido a cada um de vós, amados doentes, que, nos locais de
assistência e tratamento ou mesmo em casa, viveis um tempo difícil de provação por causa da doença e do sofrimento”, escreve o Pontífice.

Este ano, o Dia Mundial do Enfermo será celebrado de forma solene no Santuário mariano de Altötting, no sul da Alemanha, com o tema “Vai e faz tu também o mesmo”, extraído da parábola do Bom Samaritano narrada por São Lucas.

Com essas palavras, o “Senhor indica qual é a atitude que cada um dos seus discípulos deve ter para com os outros, particularmente se necessitados de cuidados. Trata-se, de auferir do amor infinito de Deus a força para viver diariamente uma solicitude concreta, como o Bom Samaritano, por quem está ferido no corpo e no espírito, por quem pede ajuda, ainda que desconhecido e sem recursos”.

Bento XVI cita ainda o Ano da fé, que “constitui uma ocasião propícia para se intensificar o serviço da caridade nas nossas comunidades eclesiais, de modo que cada um seja bom samaritano para o outro, para quem vive ao nosso lado”.

Por fim, o Pontífice dirige um pensamento de gratidão e de encorajamento às instituições sanitárias católicas e à própria sociedade civil, às dioceses, às comunidades cristãs, às famílias religiosas comprometidas na pastoral sanitária, às associações dos operadores sanitários e do voluntariado.

Leia a íntegra da Mensagem do Papa:

«Vai e faz tu também o mesmo» (Lc 10, 37)

Amados irmãos e irmãs!

1. No dia 11 de Fevereiro de 2013, memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes, celebrar-se-á de forma solene, no Santuário mariano de Altötting, o XXI Dia Mundial do Doente. Este dia constitui, para os doentes, os operadores sanitários, os fiéis cristãos e todas as pessoas de boa vontade, «um momento forte de oração, de partilha, de oferta do sofrimento pelo bem da Igreja e de apelo dirigido a todos para reconhecerem na face do irmão enfermo a Santa Face de Cristo que, sofrendo, morrendo e ressuscitando, operou a salvação da humanidade» (João Paulo II, Carta de instituição do Dia Mundial do Doente, 13 de Maio de 1992, 3). Nesta circunstância, sinto-me particularmente unido a cada um de vós, amados doentes, que, nos locais de assistência e tratamento ou mesmo em casa, viveis um tempo difícil de provação por causa da doença e do sofrimento. Que cheguem a todos estas palavras tranquilizadoras dos Padres do Concílio Ecuménico Vaticano II: «Sabei que não estais (…) abandonados, nem sois inúteis: vós sois chamados por Cristo, a sua imagem viva e transparente» (Mensagem aos pobres, aos doentes e a todos os que sofrem).

2. Para vos acompanhar na peregrinação espiritual que nos leva de Lourdes, lugar e símbolo de esperança e de graça, ao Santuário de Altötting, desejo propor à vossa reflexão a figura emblemática do Bom Samaritano (cf. Lc 10, 25-37). A parábola evangélica narrada por São Lucas faz parte duma série de imagens e narrações tomadas da vida diária, pelas quais Jesus quer fazer compreender o amor profundo de Deus por cada ser humano, especialmente quando se encontra na doença e no sofrimento. Ao mesmo tempo, porém, com as palavras finais da parábola do Bom Samaritano – «Vai e faz tu também o mesmo» (Lc 10, 37) –, o Senhor indica qual é a atitude que cada um dos seus discípulos deve ter para com os outros, particularmente se necessitados de cuidados. Trata-se, por conseguinte, de auferir do amor infinito de Deus, através de um intenso relacionamento com Ele na oração, a força para viver diariamente uma solicitude concreta, como o Bom Samaritano, por quem está ferido no corpo e no espírito, por quem pede ajuda, ainda que desconhecido e sem recursos. Isto vale não só para os agentes pastorais e sanitários, mas para todos, incluindo o próprio enfermo, que pode viver a sua condição numa perspectiva de fé: «Não é o evitar o sofrimento, a fuga diante da dor que cura o homem, mas a capacidade de aceitar a tribulação e nela amadurecer, de encontrar o seu sentido através da união com Cristo, que sofreu com infinito amor» (Enc. Spe salvi, 37).

3. Diversos Padres da Igreja viram, na figura do Bom Samaritano, o próprio Jesus e, no homem que caiu nas mãos dos salteadores, Adão, a humanidade extraviada e ferida pelo seu pecado (cf. Orígenes, Homilia sobre o Evangelho de Lucas XXXIV, 1-9; Ambrósio, Comentário ao Evangelho de São Lucas, 71-84; Agostinho, Sermão 171). Jesus é o Filho de Deus, Aquele que torna presente o amor do Pai: amor fiel, eterno, sem barreiras nem fronteiras; mas é também Aquele que «Se despoja» da sua «veste divina», que baixa da sua «condição» divina para assumir forma humana (cf. Flp 2, 6-8) e aproximar-Se do sofrimento do homem até ao ponto de descer à mansão dos mortos, como dizemos no Credo, levando esperança e luz. Ele não Se vale da sua igualdade com Deus, do seu ser Deus (cf. Flp 2, 6), mas inclina-Se, cheio de misericórdia, sobre o abismo do sofrimento humano, para nele derramar o óleo da consolação e o vinho da esperança.

4. O Ano da fé, que estamos a viver, constitui uma ocasião propícia para se intensificar o serviço da caridade nas nossas comunidades eclesiais, de modo que cada um seja bom samaritano para o outro, para quem vive ao nosso lado. A propósito, desejo recordar algumas figuras, dentre as inúmeras na história da Igreja, que ajudaram as pessoas doentes a valorizar o sofrimento no plano humano e espiritual, para que sirvam de exemplo e estímulo. Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face, «perita da scientia amoris» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 42), soube viver «em profunda união com a Paixão de Jesus» a doença que a levou «à morte através de grandes sofrimentos» (Audiência Geral, 6 de Abril de 2011). O Venerável Luís Novarese, de quem muitos conservam ainda hoje viva a memória, no exercício do seu ministério sentiu de modo particular a importância da oração pelos e com os doentes e atribulados, que acompanhava frequentemente aos santuários marianos, especialmente à gruta de Lourdes. Movido pela caridade para com o próximo, Raul Follereau dedicou a sua vida ao cuidado das pessoas leprosas mesmo nos cantos mais remotos da terra, promovendo entre outras coisas o Dia Mundial contra a Lepra. A Beata Teresa de Calcutá começava sempre o seu dia encontrando Jesus na Eucaristia e depois saía pelas estradas com o rosário na mão para encontrar e servir o Senhor presente nos enfermos, especialmente naqueles que não são «queridos, nem amados, nem assistidos». Santa Ana Schäffer, de Mindelstetten, soube, também ela, unir de modo exemplar os seus sofrimentos aos de Cristo: «o seu quarto de enferma transformou-se numa cela conventual, e o seu sofrimento em serviço missionário. (...) Fortalecida pela comunhão diária, tornou-se uma intercessora incansável através da oração e um espelho do amor de Deus para as numerosas pessoas que procuravam conselho» (Homilia de canonização, 21 de Outubro de 2012). No Evangelho, sobressai a figura da Bem-aventurada Virgem Maria, que segue o sofrimento do Filho até ao sacrifício supremo no Gólgota. Ela não perde jamais a esperança na vitória de Deus sobre o mal, o sofrimento e a morte, e sabe acolher, com o mesmo abraço de fé e de amor, o Filho de Deus nascido na gruta de Belém e morto na cruz. A sua confiança firme no poder de Deus é iluminada pela Ressurreição de Cristo, que dá esperança a quem se encontra no sofrimento e renova a certeza da proximidade e consolação do Senhor.

5. Por fim, quero dirigir um pensamento de viva gratidão e de encorajamento às instituições sanitárias católicas e à própria sociedade civil, às dioceses, às comunidades cristãs, às famílias religiosas comprometidas na pastoral sanitária, às associações dos operadores sanitários e do voluntariado. Possa crescer em todos a consciência de que, «ao aceitar amorosa e generosamente toda a vida humana, sobretudo se frágil e doente, a Igreja vive hoje um momento fundamental da sua missão» (João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Christifideles laici, 38).

Confio este XXI Dia Mundial do Doente à intercessão da Santíssima Virgem Maria das Graças venerada em Altötting, para que acompanhe sempre a humanidade que sofre, à procura de alívio e de esperança firme, e ajude todos quantos estão envolvidos no apostolado da misericórdia a tornar-se bons samaritanos para os seus irmãos e irmãs provados pela enfermidade e o sofrimento, enquanto de bom grado concedo a Bênção Apostólica.

Vaticano, 2 de Janeiro de 2013.
[Benedictus PP. XVI]

 
Fonte: Site da Rádio Vaticano

ASSEMBLEIA PROVINCIAL (1º DIA)

Ontem, dia 07 de janeiro de 2013, segunda-feira, iniciou-se no Seminário Nossa Senhora Aparecida - Capelinha, na cidade de Franca (SP) a Assembleia Provincial com os frades agostinianos recoletos da Província de Santa Rita de Cássia.

Este ano o tema refletido é: "Aprofundamento sobre a vida religiosa à luz do Concílio Vaticano II e da Exortação Sinodal Vita Consecrata sobre a vida religiosa" e, tendo com assessor o Frei Luis Carlos Susin - OFMcap.
Contamos com as orações de todos para que essa assembleia dê muitos frutos e que eles permaneçam.


Fonte: Blog da Província Santa Rita de Cássia

domingo, 6 de janeiro de 2013

REFLEXÃO PARA SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR

Cidade do Vaticano (RV) - Isaías anuncia a manifestação da glória do Senhor sobre Jerusalém e a consequente vinda para ela dos outros povos, para também serem iluminados pela luz divina. Jerusalém é o centro, atrai para si a atenção dos povos, mas ao mesmo tempo vive a vocação de iluminá-los, de conduzi-los ao Senhor.

Paulo nos fala que essa glória do Senhor é o mistério de Jesus Cristo, ou seja, a glória do Senhor que ilumina Jerusalém e atrai para ela os demais povos, é Jesus Cristo com sua salvação. Através dele todos os povos “são admitidos à mesma herança, são membros do mesmo corpo, são associados à mesma promessa”.

O Evangelho de Mateus explicita essa atração dos povos pela luz que ilumina Jerusalém, através da vinda dos magos, conduzidos pela luz de uma estrela que irá pairar sobre a casa onde se abriga Jesus, a misericórdia, a salvação, a própria luz!

Contudo os doutores da Lei, aqueles que deveriam possibilitar a Luz iluminar, lendo e anunciando os escritos dos profetas, especialmente aquele que diz que será em Belém o nascimento do Messias, do Salvador, não querem ser incomodados pela luz e preferem permanecer na escuridão. Pouco lhes importa que a missão do Messias seja unir o povo de Deus e iluminar as nações.

Os magos, fascinados pelo clarão apreendido no estudos dos astros e da natureza, já que não possuem as profecias, intuem e tem conhecimento do nascimento do Salvador e sabem que é naquela região.

Ao visitarem o Messias, lhe ofertam ouro, incenso e mirra. Ouro, ao rei; mirra, o óleo com o qual esposa se perfuma para suas núpcias, sinaliza que o Senhor é o esposo; e incenso, ao Deus encarnado.
Discernindo a reação do rei Herodes, os magos não retornam a ele após a visita ao Senhor. 

Para nós, batizados, que temos o conhecimento da vinda do Messias, que a celebramos a cada ano no Natal, como é nossa postura em relação às exigências da revelação? Somos seus anunciadores a todos os homens? Aceitamos que o Senhor se revela a todos e de modo diverso, de acordo com a cultura e possibilidades de cada um?


Cremos que a Igreja é a nova Jerusalém, de onde brilha a Luz do Sol verdadeiro, Jesus Cristo, e para ela se dirigem todos os povos, todos o homens de boa vontade?

Também, como os Magos, desviamos nossa caminhada daquelas pessoas ou situações que nos afastam de Deus, que optaram pelo Mal? Que preferem o acomodamento à prática do bem?

Ser cristão é acreditar que a vinda de Jesus Cristo trouxe para a Humanidade a união definitiva de Deus com o Homem e que todos os homens são chamados a viver essa união e que a Igreja tem a missão de ser farol, porque nela está a Luz verdadeira.

Epifania, - manifestação da misericórdia de Deus a todos os homens,- façam já parte da Igreja ou ainda não.

Pe. Cesar Augusto dos Santos, S.J.


 
Fonte: Site da Rádio Vaticano

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

ESCOLA DE TEOLOGIA PASTORAL "SANTO AGOSTINHO"

Encontram-se abertas na Secretaria Paroquial as inscrições para Escola de Teologia Pastoral "Santo Agostinho".

Você que deseja aprofundar mais sobre a doutrina de sua fé, o momento é este. Venha estudar conosco e apaixonar-se ainda mais pela Igreja Católica, Apostólica, Romana.

Início das aulas no dia 18 de fevereiro de 2013 (segunda-feira).

Maiores informações na Secretaria Paroquial ou pelo telefone: (28) 3522-6607.

ATENÇÃO JOVENS DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO


Como é de conhecimento nos dias 22 à 28 de julho deste ano, acontecerá na Cidade do Rio de Janeiro, a Jornada Mundial da Juventude com a presença e participação do Santo Padre Bento XVI e você não pode perder esse grandioso evento.

Portanto, inscreva-se!

Maiores informações na Secretaria Paroquial ou pelo telefone: (28) 3522-6607 (falar com Dalvana ou Marta).

RETIRO DA ORDEM DOS AGOSTINIANOS RECOLETOS

No período de 07 a 12 de janeiro de 2013 os frades da Ordem dos Agostinianos Recoletos - Província Santa Rita de Cássia - estarão reunidos para o retiro anual, portanto nesse período no Santuário de Nossa Senhora da Consolação não haverá Celebração Eucarística nos horários de costume: 06h30min e às 19:00 horas.

Nesse período somente haverá Celebração da Palavra de Deus no horário das 19:00 horas, não havendo qualquer celebração no horário da manhã.

Rezemos pelos frades da Ordem dos Agostinianos Recoletos para que o retiro seja proveitoso.

AGENDA 2013


Ano Novo, compromissos novos!

Caso ainda não tenha adquirido sua Agenda 2013, adquirar-a na Secretaria Paroquial.

Agenda comemorativa aos 100 (cem) anos da Ordem dos Agostinianos Recoletos.

O valor da agenda é de R$ 20,00 (vinte reais), esse valor ajudará na formação dos seminaristas da Ordem, bem como nas vocações sacerdotais e religiosas.

Maiores informações pelo telefone (28)3522-6607 (falar com Dalvana ou Marta)

E feliz 2013!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

RELEXÃO PARA SOLENIDADE DE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS

Cidade do Vaticano (RV) - Hoje tem início o ano civil. O ano litúrgico começou, faz um mês, com o início do Advento.

Para nós hoje, oitava do Natal, é celebrado o nome Jesus dado ao pequeno recém nascido, mas sobretudo é a solenidade de Maria, sua mãe, como Mãe de Deus.

O nome de Jesus significa Deus Salva e ele é o Príncipe da Paz. Por isso hoje é também comemorado o Dia Mundial da Paz!

Portanto iniciamos o Ano civil com a solenidade da maternidade divina , quando Maria dá à Humanidade aquele que é a bênção do Pai, a própria paz, Jesus Cristo!

A leitura do Livro dos Números, colocada nesta celebração, nos fala da bênção, do voto, do desejo de que a força de Deus venha sobre as pessoas que a recebem, para que saibam enfrentar os desafios que terão no ano que se inicia. E como é pronunciada sobre a pessoa, em nome de Deus, é certo que isso acontecerá, não por magia, mas pela força da vontade do próprio Deus. A fé em Deus, de saber-se amado por Ele, é importantíssima nesse momento.

Evidentemente será também necessário nossa colaboração, nossa abertura a esse dom. Se pedimos a paz, é fundamental que mudemos nosso coração e deixemos de lado a inveja, a cobiça, a maledicência. A paz só virá para um coração desprendido e ele será, onde estiver, artífice da paz.

Por sua vez a Carta aos Gálatas nos diz que Deus é nosso Pai. Se somos seus filhos, somos irmãos de Jesus e de todos os homens, pois partilhamos do mesmo Espírito. Ora isso reforça nosso compromisso em lutar para que haja paz nos corações e no mundo. Deus é nosso Pai! E isso nos compromete a vivermos como filhos. Sejamos realmente filhos do Pai e rezemos a oração que Jesus, que se fez nosso irmão, e é o Príncipe da Paz, nos ensinou: “Pai... perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

Sejamos discípulos do Senhor! O Senhor nos interpela no Evangelho dizendo-nos que a salvação e a paz são frutos da humildade, da simplicidade de vida. Os pastores não se questionaram sobre o que viram no presépio, mas imediatamente foram viver a missão de anunciar o nascimento de Jesus e o fizeram cheios de alegria. 

Simultaneamente o evangelista registra que Nossa Senhora “guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração”. Maria tem a atitude de não se restringir a um único fato, mas procura a visão global e dela tira mensagem para sua vida. Ela é contemplativa, alimenta-se da ação de Deus no mundo, nas pessoas, nos fatos. Seu sim a inundou com a paz, com a segurança do amor de Deus. Ela é a Rainha da Paz, a Mãe do Príncipe da Paz, a Mãe de Deus!

No início deste ano digamos também nós nosso sim a Deus, fazendo-nos dóceis às sugestões do Espírito, e a exemplo de Maria deixemos que se realize em nós a vontade do Senhor.
 
Fonte: Site da Rádio Vaticano